Com o objetivo de comemorar o histórico encontro com o papa Paulo VI e o patriarca de Constantinopla, Atenágoras, ocorrido em 5 de janeiro de 1964, o papa Francisco visitará a Terra Santa, de 24 a 26 de maio. O papa passará por Amã, Belém e Jerusalém. “No Santo Sepulcro celebraremos um encontro ecumênico com todos os representantes das igrejas cristãs de Jerusalém e com o patriarca Bartolomeu, de Constantinopla”, explicou Francisco durante o anúncio, neste domingo (05), desta sua segunda viagem internacional.
No dia 24, segundo o patriarca latino de Jerusalém, dom Fouad Twal, e o núncio apostólico na Jordânia, dom Giorgio Lingua, o papa Francisco se reunirá com um grupo de refugiados sírios e com algumas pessoas da comunidade local.
“Com simplicidade e humildade, o papa Francisco vem para pedir paz e diálogo num momento em que esta região sofre por causa de complicações políticas e ataques contra a dignidade humana. Esperamos que com seu apelo à paz esta visita anime a Jordânia em seu esforço pela paz e a justiça, particularmente na Palestina, na atenção aos refugiados sírios e nas iniciativas para preservar a identidade árabe do cristianismo e afirmar a rejeição de toda violência e ataque aos lugares santos e à dignidade humana”, afirmou dom Twal em entrevista coletiva à imprensa, ocorrida ontem, logo após o anúncio do papa.
De acordo com dom Giorgio Lingua, o papa Francisco será recebido pelo rei Abdallah, no Palácio Real, onde fará um discurso, em particular, aos muçulmanos. O papa presidirá missa no estádio de Amã e visitará o lugar do Batismo de Jesus, na margem oriental do Rio Jordão. Em seguida, jantará com os pobres e refugiados sírios.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Papa Francisco publica seu primeiro tuíte de 2014
Nesta quinta-feira, dia 2 de janeiro, foi o dia do primeiro tuíte de Papa Francisco em 2014. Ele foi publicado às 7h da manhã nos perfis do pontífice no Twitter.
Em sua primeira mensagem do ano nas redes sociais, Francisco diz o seguinte: “Deus não Se revela na força nem no poder, mas na fraqueza e vulnerabilidade de um recém-nascido”.
Em sua primeira mensagem do ano nas redes sociais, Francisco diz o seguinte: “Deus não Se revela na força nem no poder, mas na fraqueza e vulnerabilidade de um recém-nascido”.
A mensagem chegou a mais de 11 milhões de pessoas em todo o mundo, já que o número de seguidores do pontífice no Twitter já ultrapassou essa marca.
Ao todo, o perfil de Papa Francisco pode ser acompanhado em nove idiomas. O perfil em português pode ser acessado aqui.
Ao todo, o perfil de Papa Francisco pode ser acompanhado em nove idiomas. O perfil em português pode ser acessado aqui.
Contribuição do Papa Francico chega às contas da JMJ
O Papa Francisco reconheceu o grande trabalho do Comitê Organizador Local para a realização da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Foi a primeira viagem internacional e primeiro retorno a América Latina após o início de seu Pontificado. No Rio, encontrou uma Igreja jovem, viva e atuante, refletindo o projeto da Nova Evangelização. Sensibilizado, ele demonstrou a intenção de contribuir com uma ajuda financeira para saldar parte dos investimentos da JMJ Rio2013, o que foi concretizado neste mês de janeiro.
A JMJ Rio2013 passou por auditoria independente da Ernst&Young que confirmou o déficit de R$ 91,3 milhões, registrado em 31 de agosto último. Após o evento, com a negociação com fornecedores, doações, campanha e a venda de um imóvel, o saldo da dívida com credores diminui para R$ 43,2 milhões, sendo R$ 20,28 milhões devidos a diversos fornecedores e R$ 22,92 milhões com despesas de alimentação.
Há um esforço local para saldar os compromissos financeiros. Os contratos ainda em aberto estão sendo renegociados e os valores pendentes devem ser quitados na medida em que os recursos estiverem disponíveis.
A JMJ Rio2013 passou por auditoria independente da Ernst&Young que confirmou o déficit de R$ 91,3 milhões, registrado em 31 de agosto último. Após o evento, com a negociação com fornecedores, doações, campanha e a venda de um imóvel, o saldo da dívida com credores diminui para R$ 43,2 milhões, sendo R$ 20,28 milhões devidos a diversos fornecedores e R$ 22,92 milhões com despesas de alimentação.
Há um esforço local para saldar os compromissos financeiros. Os contratos ainda em aberto estão sendo renegociados e os valores pendentes devem ser quitados na medida em que os recursos estiverem disponíveis.
O Sumo Pontífice dispôs a contribuição de R$ 11,7 milhões, com a finalidade de ajudar a cobrir parte das despesas da organização da Jornada. Em outubro, foi lançada a campanha de doações, que recebeu cerca de R$ 800 mil. Estes recursos foram aplicados na JMJ Rio2013.
A JMJ consolidou parcerias que resultaram no lançamento de quatro produtos (três DVDs e um CD). As vendas também serão fontes de recursos. Todos os investimentos da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 estão sendo pagos com recursos próprios, o que inclui doações, inscrições, venda de patrimônio, licenciamento da marca.
Não houve qualquer aporte de dinheiro público, sendo inverídica a informação de que a Jornada teria recebido R$ 118 milhões dos Governos Federal, Estadual e Municipal. A participação da administração pública se deu para assegurar o funcionamento dos serviços públicos durante o evento.
A JMJ Rio 2013 marcou a mente e o coração de todos que assistiram e participaram desta grande feste de fé, solidariedade e alegria.
A JMJ consolidou parcerias que resultaram no lançamento de quatro produtos (três DVDs e um CD). As vendas também serão fontes de recursos. Todos os investimentos da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 estão sendo pagos com recursos próprios, o que inclui doações, inscrições, venda de patrimônio, licenciamento da marca.
Não houve qualquer aporte de dinheiro público, sendo inverídica a informação de que a Jornada teria recebido R$ 118 milhões dos Governos Federal, Estadual e Municipal. A participação da administração pública se deu para assegurar o funcionamento dos serviços públicos durante o evento.
A JMJ Rio 2013 marcou a mente e o coração de todos que assistiram e participaram desta grande feste de fé, solidariedade e alegria.
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Santa Missa e Musical celebram o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo
Santa Missa e Musical, no final da mesma, celebraram em nossa Paróquia o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Missa foi celebrada pelo Padre Lucas.
E no final da Santa Missa, o Grupo de Teatro Art Servir, apresentou o Musical "Filho de Deus, Menino Meu."
"A paz é um compromisso de todos os dias", afirma o Papa em sua mensagem de Natal
O papa Francisco divulgou nesta quarta-feira, 25 de dezembro, a mensagem “Urbi et Orbi”, às milhares de pessoas que estavam na Praça de São Pedro. Desejou um Feliz Natal a todos e lembrou que este é um momento de “dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel e misericordioso”.
Em sua mensagem, Francisco falou sobre a paz. “A paz é um compromisso de todos os dias, que se realiza a partir do dom de Deus, da graça que Ele nos deu em Jesus Cristo”, afirmou. Francisco lembrou as crianças vítimas das guerras, os idosos, as mulheres que são maltratadas e os doentes.
Recordou que muitas vidas foram dilaceradas no conflito na Síria, fomentando ódio e vingança. “Continuemos a pedir ao Senhor que poupe novos sofrimentos ao amado povo sírio, e as partes em conflito ponham fim a toda violência e assegurem o acesso à ajuda humanitária”, disse.
Francisco lembrou, ainda, a situação da República Centro-Africana. Segundo ele, “frequentemente esquecida pelos homens e marcada por uma espiral de violência e miséria onde muitas pessoas estão sem casa, água e comida, sem o mínimo para viver”. Pediu “concórdia no jovem Estado do Sudão do sul e na Nigéria, países onde a convivência pacífica tem sido ameaçada por ataques que não poupam inocentes nem indefesos”.
Dedicou seus pensamentos aos deslocados e refugiados do Chifre da África e do leste da República Democrática do Congo. “Fazei que os emigrantes em busca de uma vida digna encontrem acolhimento e ajuda e que nunca mais aconteçam tragédias como aquela a que assistimos este ano, com numerosos mortos em Lampedusa”, ressaltou.
Outro assunto abordado pelo papa Francisco, em sua mensagem, foi sobre o tráfico humano, tema da próxima Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB. “Tocai o coração de todos os que estão envolvidos no tráfico de seres humanos, para que se deem conta da gravidade deste crime contra a humanidade. Voltai o vosso olhar para as inúmeras crianças que são raptadas, feridas e mortas nos conflitos armados e para quantas são transformadas em soldados, privadas da sua infância”.
O papa lembrou também do Oriente Médio e clamou por “um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos e pela cura das chagas do amado Iraque, ferido ainda frequentemente por atentados”.
Sobre a situação nas Filipinas, Francisco chamou a atenção para a “ganância e a ambição dos homens” e pediu proteção para as vítimas de calamidades naturais, “especialmente o querido povo filipino, gravemente atingido pelo recente tufão”.
“Deixemos que o nosso coração se comova, se incendeie com a ternura de Deus; precisamos das suas carícias. Deus é grande no amor; Deus é paz: peçamos-Lhe que nos ajude a construí-la cada dia na nossa vida, nas nossas famílias, nas nossas cidades e nações, no mundo inteiro. Deixemo-nos comover pela bondade de Deus”, acrescentou.
Ao final, fez votos de Feliz Natal aos fieis e invocou os dons natalícios “da alegria e da paz para todos: crianças e idosos, jovens e famílias, pobres e marginalizados”.
Em sua mensagem, Francisco falou sobre a paz. “A paz é um compromisso de todos os dias, que se realiza a partir do dom de Deus, da graça que Ele nos deu em Jesus Cristo”, afirmou. Francisco lembrou as crianças vítimas das guerras, os idosos, as mulheres que são maltratadas e os doentes.
Recordou que muitas vidas foram dilaceradas no conflito na Síria, fomentando ódio e vingança. “Continuemos a pedir ao Senhor que poupe novos sofrimentos ao amado povo sírio, e as partes em conflito ponham fim a toda violência e assegurem o acesso à ajuda humanitária”, disse.
Francisco lembrou, ainda, a situação da República Centro-Africana. Segundo ele, “frequentemente esquecida pelos homens e marcada por uma espiral de violência e miséria onde muitas pessoas estão sem casa, água e comida, sem o mínimo para viver”. Pediu “concórdia no jovem Estado do Sudão do sul e na Nigéria, países onde a convivência pacífica tem sido ameaçada por ataques que não poupam inocentes nem indefesos”.
Dedicou seus pensamentos aos deslocados e refugiados do Chifre da África e do leste da República Democrática do Congo. “Fazei que os emigrantes em busca de uma vida digna encontrem acolhimento e ajuda e que nunca mais aconteçam tragédias como aquela a que assistimos este ano, com numerosos mortos em Lampedusa”, ressaltou.
Outro assunto abordado pelo papa Francisco, em sua mensagem, foi sobre o tráfico humano, tema da próxima Campanha da Fraternidade promovida pela CNBB. “Tocai o coração de todos os que estão envolvidos no tráfico de seres humanos, para que se deem conta da gravidade deste crime contra a humanidade. Voltai o vosso olhar para as inúmeras crianças que são raptadas, feridas e mortas nos conflitos armados e para quantas são transformadas em soldados, privadas da sua infância”.
O papa lembrou também do Oriente Médio e clamou por “um desfecho feliz das negociações de paz entre israelenses e palestinos e pela cura das chagas do amado Iraque, ferido ainda frequentemente por atentados”.
Sobre a situação nas Filipinas, Francisco chamou a atenção para a “ganância e a ambição dos homens” e pediu proteção para as vítimas de calamidades naturais, “especialmente o querido povo filipino, gravemente atingido pelo recente tufão”.
“Deixemos que o nosso coração se comova, se incendeie com a ternura de Deus; precisamos das suas carícias. Deus é grande no amor; Deus é paz: peçamos-Lhe que nos ajude a construí-la cada dia na nossa vida, nas nossas famílias, nas nossas cidades e nações, no mundo inteiro. Deixemo-nos comover pela bondade de Deus”, acrescentou.
Ao final, fez votos de Feliz Natal aos fieis e invocou os dons natalícios “da alegria e da paz para todos: crianças e idosos, jovens e famílias, pobres e marginalizados”.
Pe. Lucas celebra a Missa do Galo na Matriz
Dezenas de pessoas participaram na noite desta terça-feira(24) da Santa Missa do Galo, celebrada pelo nosso pároco, Pe. Lucas.
A tradicional Missa do Galo é um dos eventos mais importantes da Igreja católica no fim do ano é a missa que tem o significado de abrir o tempo de Natal".
Logo no início da Missa uma criança levou até ao altar o menino Jesus, entregando-o ao Padre, que colocou a imagem no Presépio.
Logo no início da Missa uma criança levou até ao altar o menino Jesus, entregando-o ao Padre, que colocou a imagem no Presépio.
A Coroa do Advento recebeu sua última vela simbolizando o nascimento de Jesus.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Feliz Natal Internauta!!
Olhe para o céu! Está vendo a estrela? Sim, aquela mesma que conduziu os magos do oriente até o local onde estava o menino recém-nascido. Não a vê? Não sente sua luminosidade? Ou ela está ali, cintilante, oferecendo a você a mais bela sensação do natal – a sensação de que algo novo, extraordinariamente grande acaba de acontecer com a humanidade.
Há os que não veem e nem se sentem iluminados por estas estrelas. São iluminados por luzes artificiais, pisca-piscas coloridos, luzes de neon, que até encantam, mas duram pouco, logo elas irão desaparecer, extinguir-se, dando lugar a escuridão de sempre. Mas há os que se iluminam com a luz da verdadeira estrela de natal, a luz que vem de Deus, a luz em forma de gente, que acesa em nós, jamais irá perder o brilho. Essa luz, verdadeira, precisa ser encontrada, se há em você o desejo de ser feliz.
Natal precisa ser a festa da luz que brilha e permanece. Festa da vida, do nascimento, da renovação dos humores e sentimentos. Natal verdadeiro é natal com menino nascendo pobre entre os animais e nos ensinando que tudo vai passar, tudo se desmanchará, vai tornar-se ferrugem, menos o amor que doamos ao outro. Por isso Natal é festa da doação do amor por meio de Jesus Cristo. O resto é perfumaria, até encanta, mas não tem durabilidade.
Há os que não veem e nem se sentem iluminados por estas estrelas. São iluminados por luzes artificiais, pisca-piscas coloridos, luzes de neon, que até encantam, mas duram pouco, logo elas irão desaparecer, extinguir-se, dando lugar a escuridão de sempre. Mas há os que se iluminam com a luz da verdadeira estrela de natal, a luz que vem de Deus, a luz em forma de gente, que acesa em nós, jamais irá perder o brilho. Essa luz, verdadeira, precisa ser encontrada, se há em você o desejo de ser feliz.
Natal precisa ser a festa da luz que brilha e permanece. Festa da vida, do nascimento, da renovação dos humores e sentimentos. Natal verdadeiro é natal com menino nascendo pobre entre os animais e nos ensinando que tudo vai passar, tudo se desmanchará, vai tornar-se ferrugem, menos o amor que doamos ao outro. Por isso Natal é festa da doação do amor por meio de Jesus Cristo. O resto é perfumaria, até encanta, mas não tem durabilidade.
A você, querido internauta, um santo e feliz natal, iluminado e iluminador. Que os fatos da história, nem sempre luminosos, recebam de nossa parte um gesto de transformação, e que iluminando o nosso derredor, possamos aos pouco iluminar o mundo. Deixe Jesus nascer de verdade, deixe-o participar de sua história, da nossa história... Só assim será natal e o mundo voltará a sonhar com a paz!
Pastoral da Comunicação - Paróquia São Francisco de Paula
domingo, 15 de dezembro de 2013
Papa Francisco irá presentear pessoas pobres por ocasião do Natal
O Papa Francisco irá presentear pessoas pobres para felicitá-los pelo Natal. Os presentes, segundo o comunicado do Vaticano pretendem ser “úteis” para aqueles que os receberem.
Ao todo, serão dois mil envelopes contendo cartões telefônicos e bilhetes para o transporte público, que serão entregues às famílias mais necessitadas de Roma.
Os presentes serão distribuídos aos assistidos pelas Irmãs de Madre Teresa de Calcutá e serão entregues por Dom Konrad Krajewski, responsável pela Elimosinaria Apostólica Vaticana.
Cada envelope contém ainda um cartão de Natal assinado pelo Papa.
Ao todo, serão dois mil envelopes contendo cartões telefônicos e bilhetes para o transporte público, que serão entregues às famílias mais necessitadas de Roma.
Os presentes serão distribuídos aos assistidos pelas Irmãs de Madre Teresa de Calcutá e serão entregues por Dom Konrad Krajewski, responsável pela Elimosinaria Apostólica Vaticana.
Cada envelope contém ainda um cartão de Natal assinado pelo Papa.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Campanha para a Evangelização realiza coleta no próximo domingo
A Campanha para a Evangelização 2013 (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar, mostrando a urgência da evangelização. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do próximo domingo, 15 de dezembro. A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os Regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site:www.evangelija.com.
Criada em 1998 pela CNBB, a CE completa 15 anos, em 2013. Desde a sua implantação, vem buscando mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. “É uma forma de mostrar que todos nós somos chamados a colaborar, de forma concreta, para que tenhamos recursos em nossos projetos de evangelização”, explica o assessor nacional da campanha, padre Luiz Carlos Dias.
Motivação
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o significado do tema escolhido para a CE 2013 "Eu vos anuncio uma grande alegria!" (Lc 2,10). “Queremos que a Campanha seja marcada pela alegria - alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores”, disse.
Diante da necessidade da evangelização, a Conferência dos Bispos criou uma campanha própria para sustentar as atividades pastorais de evangelização no país. “Descobrimos, então, que nosso povo, quando motivado, alegra-se por poder participar do processo evangelizador. Tanto isso é verdade que, pouco a pouco, tem crescido o resultado final da Campanha. Melhor resultado significa a possibilidade de abrir sempre mais o leque evangelizador”, comenta dom Murilo.
Criada em 1998 pela CNBB, a CE completa 15 anos, em 2013. Desde a sua implantação, vem buscando mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. “É uma forma de mostrar que todos nós somos chamados a colaborar, de forma concreta, para que tenhamos recursos em nossos projetos de evangelização”, explica o assessor nacional da campanha, padre Luiz Carlos Dias.
Motivação
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o significado do tema escolhido para a CE 2013 "Eu vos anuncio uma grande alegria!" (Lc 2,10). “Queremos que a Campanha seja marcada pela alegria - alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores”, disse.
Diante da necessidade da evangelização, a Conferência dos Bispos criou uma campanha própria para sustentar as atividades pastorais de evangelização no país. “Descobrimos, então, que nosso povo, quando motivado, alegra-se por poder participar do processo evangelizador. Tanto isso é verdade que, pouco a pouco, tem crescido o resultado final da Campanha. Melhor resultado significa a possibilidade de abrir sempre mais o leque evangelizador”, comenta dom Murilo.
Papa Francisco é eleito ‘Personalidade do Ano’ pela revista ‘TIME’
O Papa Francisco foi eleito ‘Personalidade do Ano’ pela revista norte-americana ‘Time’. O Pontífice estava em uma lista com mais nove nomes do cenário internacional.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, comentou que a eleição representa um sinal positivo e um reconhecimento dos valores religiosos:
“A escolha não surpreende dada a repercussão e a grande atenção da eleição do Papa Francisco e do início do Pontificado. É um sinal positivo que um dos reconhecimentos mais prestigiosos no âmbito da imprensa internacional seja atribuído a quem anuncia no mundo valores espirituais, religiosos e morais e fala com eficiência a favor da paz e de uma justiça maior”.
“Se esta escolha de ‘personalidade do ano’ significa que muitos entenderam, ao menos implicitamente esta mensagem, ele certamente se alegra por isto”, completa.
A revista justificou a escolha afirmando que é raro que “um novo protagonista consiga tanta atenção no palco do mundo”.
Ainda segundo a revista, “o líder da Igreja Católica tornou-se uma nova voz da consciência, com a atenção centrada na compaixão”.
Francisco é o terceiro Papa a ser escolhido como ‘Personalidade do Ano’ pela ‘Time’, após os beatos João XXIII, em 1962, e João Paulo II, em 1994.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, comentou que a eleição representa um sinal positivo e um reconhecimento dos valores religiosos:
“A escolha não surpreende dada a repercussão e a grande atenção da eleição do Papa Francisco e do início do Pontificado. É um sinal positivo que um dos reconhecimentos mais prestigiosos no âmbito da imprensa internacional seja atribuído a quem anuncia no mundo valores espirituais, religiosos e morais e fala com eficiência a favor da paz e de uma justiça maior”.
“Se esta escolha de ‘personalidade do ano’ significa que muitos entenderam, ao menos implicitamente esta mensagem, ele certamente se alegra por isto”, completa.
A revista justificou a escolha afirmando que é raro que “um novo protagonista consiga tanta atenção no palco do mundo”.
Ainda segundo a revista, “o líder da Igreja Católica tornou-se uma nova voz da consciência, com a atenção centrada na compaixão”.
Francisco é o terceiro Papa a ser escolhido como ‘Personalidade do Ano’ pela ‘Time’, após os beatos João XXIII, em 1962, e João Paulo II, em 1994.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Homilia do papa: rezar é incomodar a Deus até que ele nos escute
Durante a homilia desta manhã sexta-feira(06) na Casa Santa Marta, o santo padre nos convidou a rezar com insistência e com a certeza de que Deus escutará a nossa oração. Ele explicou que a oração tem duas características: a "necessidade" e ao mesmo tempo a "certeza" de que Deus, no seu tempo e do seu jeito, satisfará a nossa necessidade.
Quando é verdadeiramente cristã, a oração oscila entre a necessidade e a certeza de ser atendida, embora não se saiba exatamente quando. Quem reza não teme “incomodar” a Deus e nutre uma confiança cega em seu amor de Pai. Confiança como a dos dois cegos da passagem do evangelho de hoje, que gritam atrás de Jesus para mostrar a sua necessidade de cura. Ou como o cego de Jericó, que invoca a intervenção do Mestre gritando mais alto que aqueles que o mandam calar a boca. O santo padre recorda que o próprio Jesus nos ensinou a rezar como "o amigo incômodo", que mendiga comida à meia-noite, ou como "a viúva que procura o juiz corrupto".
Francisco afirmou: "Não sei se isto soa mal, mas rezar é mais ou menos como incomodar a Deus até que ele nos escute. Mas é nosso Senhor quem diz: como o amigo à meia-noite, como a viúva diante do juiz... É atrair os olhos, atrair o coração de Deus para nós... E os leprosos que foram falar com ele também fizeram isto: 'Se quiseres, podes me curar'. Eles agiram com um grau de certeza. É assim que Jesus nos ensina a rezar. Quando nós rezamos, pensamos às vezes: 'Mas eu falo desta necessidade, eu falo para Deus uma, duas, três vezes, mas não com muita força. Depois me canso de pedir e me esqueço de pedir'. Eles não: eles gritavam e não se cansavam de gritar. Jesus nos diz: 'Peçam’, mas também nos diz: 'Batam à porta'. E quem bate à porta incomoda, perturba".
Insistir a ponto até de incomodar, mas com uma certeza inquebrantável: o santo padre observou que "a oração tem essas duas atitudes: a necessidade e a certeza. Oração de necessidade sempre: a oração, quando pedimos algo, é de necessidade: 'Eu tenho esta necessidade, Senhor, escuta'. Mas também, quando é verdadeira, ela tem certeza; 'Escuta, Senhor! Eu acredito que tu podes fazer isso porque tu prometeste".
"Ele prometeu": esta é a pedra angular em que se apoia a certeza de uma oração. Francisco recordou que, "com esta certeza, nós contamos para Deus as nossas necessidades, convictos de que Ele pode atender". E completou: rezar é sentir que Jesus nos dirige a pergunta dos dois cegos: ‘tu acreditas que eu posso fazer isso?’.
Para terminar, o santo padre explicou que "Deus pode. Quando e como, não sabemos. Esta é a certeza da oração. A necessidade de dizer a verdade a Deus. 'Sou cego, Senhor. Tenho esta necessidade. Tenho esta doença. Tenho este pecado. Tenho este sofrimento...', mas sempre a verdade, do jeito que ela é. E ele sente a necessidade, mas sente que nós pedimos a sua ajuda com certeza. Vamos pensar nisto: se a nossa oração é de necessidade e de certeza. De necessidade porque nos dizemos a verdade para nós mesmos, e de certeza porque acreditamos mesmo que Deus pode fazer aquilo que pedimos".
Quando é verdadeiramente cristã, a oração oscila entre a necessidade e a certeza de ser atendida, embora não se saiba exatamente quando. Quem reza não teme “incomodar” a Deus e nutre uma confiança cega em seu amor de Pai. Confiança como a dos dois cegos da passagem do evangelho de hoje, que gritam atrás de Jesus para mostrar a sua necessidade de cura. Ou como o cego de Jericó, que invoca a intervenção do Mestre gritando mais alto que aqueles que o mandam calar a boca. O santo padre recorda que o próprio Jesus nos ensinou a rezar como "o amigo incômodo", que mendiga comida à meia-noite, ou como "a viúva que procura o juiz corrupto".
Francisco afirmou: "Não sei se isto soa mal, mas rezar é mais ou menos como incomodar a Deus até que ele nos escute. Mas é nosso Senhor quem diz: como o amigo à meia-noite, como a viúva diante do juiz... É atrair os olhos, atrair o coração de Deus para nós... E os leprosos que foram falar com ele também fizeram isto: 'Se quiseres, podes me curar'. Eles agiram com um grau de certeza. É assim que Jesus nos ensina a rezar. Quando nós rezamos, pensamos às vezes: 'Mas eu falo desta necessidade, eu falo para Deus uma, duas, três vezes, mas não com muita força. Depois me canso de pedir e me esqueço de pedir'. Eles não: eles gritavam e não se cansavam de gritar. Jesus nos diz: 'Peçam’, mas também nos diz: 'Batam à porta'. E quem bate à porta incomoda, perturba".
Insistir a ponto até de incomodar, mas com uma certeza inquebrantável: o santo padre observou que "a oração tem essas duas atitudes: a necessidade e a certeza. Oração de necessidade sempre: a oração, quando pedimos algo, é de necessidade: 'Eu tenho esta necessidade, Senhor, escuta'. Mas também, quando é verdadeira, ela tem certeza; 'Escuta, Senhor! Eu acredito que tu podes fazer isso porque tu prometeste".
"Ele prometeu": esta é a pedra angular em que se apoia a certeza de uma oração. Francisco recordou que, "com esta certeza, nós contamos para Deus as nossas necessidades, convictos de que Ele pode atender". E completou: rezar é sentir que Jesus nos dirige a pergunta dos dois cegos: ‘tu acreditas que eu posso fazer isso?’.
Para terminar, o santo padre explicou que "Deus pode. Quando e como, não sabemos. Esta é a certeza da oração. A necessidade de dizer a verdade a Deus. 'Sou cego, Senhor. Tenho esta necessidade. Tenho esta doença. Tenho este pecado. Tenho este sofrimento...', mas sempre a verdade, do jeito que ela é. E ele sente a necessidade, mas sente que nós pedimos a sua ajuda com certeza. Vamos pensar nisto: se a nossa oração é de necessidade e de certeza. De necessidade porque nos dizemos a verdade para nós mesmos, e de certeza porque acreditamos mesmo que Deus pode fazer aquilo que pedimos".
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Conheça o simbolismo da árvore de Natal
Muitas famílias ao redor do mundo costumam montar anualmente a árvore de Natal. Esta tradição é mais antiga do que o Cristianismo, não sendo restrita apenas a uma região.
A árvore de Natal está carregada de simbolismos que caracterizam ainda mais o espírito natalino. Só que, na maioria das vezes, a admiramos sem compreender os diferentes significados presentes em seu formato, em sua cor e na disposição dos enfeites.
A árvore conífera
A forma da árvore de Natal é sempre o de uma conífera; um típico pinheiro. As coníferas representam um cone, que seria uma espécie de triângulo em rotação onde Deus é representado no vértice e a natureza ao longo de toda sua base. No total, é a representação da origem, da manifestação da natureza e do símbolo da vida.
Já sua cor verde representa a esperança, alegria e renovação.
A estrela
No topo das árvores vai uma estrela de cinco pontas que é chamada de Estrela de Belém. Sua simbologia remete à “Cumeeira do Céu”, ou seja, seu ápice.
Ela está ligada a origem do Criador.
As tradicionais bolas de Natal e os demais enfeites que costumamos pendurar nas árvores representam os frutos que nos alimentam e a fartura.
Já os presentes que, na maioria das vezes, depositamos no pé da árvore, é uma maneira de demonstrar a solidariedade e afetividade humanas. Seu princípio se baseia em “dar sem receber nada em troca”. Infelizmente, no mundo de hoje, influenciado por um modelo econômico que incentiva o consumismo, o princípio solidário acaba se perdendo.
A árvore de Natal está carregada de simbolismos que caracterizam ainda mais o espírito natalino. Só que, na maioria das vezes, a admiramos sem compreender os diferentes significados presentes em seu formato, em sua cor e na disposição dos enfeites.
A árvore conífera
A forma da árvore de Natal é sempre o de uma conífera; um típico pinheiro. As coníferas representam um cone, que seria uma espécie de triângulo em rotação onde Deus é representado no vértice e a natureza ao longo de toda sua base. No total, é a representação da origem, da manifestação da natureza e do símbolo da vida.
Já sua cor verde representa a esperança, alegria e renovação.
A estrela
No topo das árvores vai uma estrela de cinco pontas que é chamada de Estrela de Belém. Sua simbologia remete à “Cumeeira do Céu”, ou seja, seu ápice.
Ela está ligada a origem do Criador.
As tradicionais bolas de Natal e os demais enfeites que costumamos pendurar nas árvores representam os frutos que nos alimentam e a fartura.
Já os presentes que, na maioria das vezes, depositamos no pé da árvore, é uma maneira de demonstrar a solidariedade e afetividade humanas. Seu princípio se baseia em “dar sem receber nada em troca”. Infelizmente, no mundo de hoje, influenciado por um modelo econômico que incentiva o consumismo, o princípio solidário acaba se perdendo.
Por isso, é importante que se compreenda e que se mantenha o verdadeiro espírito do Natal, promovendo, nesta época, reflexões que incentivem a tradição e o amor ao próximo.
Papa cria comissão para proteção de menores vítimas de abusos
O Papa Francisco decidiu criar uma Comissão para Proteção de Menores para dar apoio pastoral às vítimas de abusos sexuais. A comissão tem a finalidade de aconselhar o Papa sobre o compromisso da Santa Sé nos casos que envolvem a Igreja Católica.
O anúncio foi dado pelo cardeal Sean Patrick O’Malley, arcebispo de Boston, durante coletiva realizada nesta quinta-feira (05) pela Sala de Imprensa da Santa Sé na conclusão do encontro do conselho de cardeais que acontece desde terça-feira (03).
A Comissão terá como tarefa informar o Papa sobre os programas existentes para a proteção de menores, formular sugestões para novas iniciativas por parte da Cúria Romana e propor nomes para a concretização das novas ações, incluindo leigos, religiosos, religiosas e sacerdotes com competências na segurança de crianças, relacionamentos com as vítimas, saúde mental e na aplicação das leis.
A composição e as competências da Comissão serão indicadas de forma mais completa pelo Santo Padre com um documento específico.
O próximo encontro do conselho de cardeais será realizado nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro, antes do consistório do Colégio Cardinalício, programado para os dias 20 e 21, e do consistório para a criação de novos cardeais no dia 22, festa da Cátedra de São Pedro, e a solene celebração dos novos purpurados prevista para dia 23. Nos dias 24 e 25 de Fevereiro, acontece ainda a reunião da secretaria do Sínodo dos bispos.
O anúncio foi dado pelo cardeal Sean Patrick O’Malley, arcebispo de Boston, durante coletiva realizada nesta quinta-feira (05) pela Sala de Imprensa da Santa Sé na conclusão do encontro do conselho de cardeais que acontece desde terça-feira (03).
A Comissão terá como tarefa informar o Papa sobre os programas existentes para a proteção de menores, formular sugestões para novas iniciativas por parte da Cúria Romana e propor nomes para a concretização das novas ações, incluindo leigos, religiosos, religiosas e sacerdotes com competências na segurança de crianças, relacionamentos com as vítimas, saúde mental e na aplicação das leis.
A composição e as competências da Comissão serão indicadas de forma mais completa pelo Santo Padre com um documento específico.
O próximo encontro do conselho de cardeais será realizado nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro, antes do consistório do Colégio Cardinalício, programado para os dias 20 e 21, e do consistório para a criação de novos cardeais no dia 22, festa da Cátedra de São Pedro, e a solene celebração dos novos purpurados prevista para dia 23. Nos dias 24 e 25 de Fevereiro, acontece ainda a reunião da secretaria do Sínodo dos bispos.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Saiba mais sobre o Advento: Duração e Ritual
A Igreja celebrou no dia 27 de novembro, o primeiro domingo do tempo do Advento.
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de mergulhar na liturgia e na mística cristã. Denominamos de Advento o tempo correspondente aos 4 domingos, às 4 semanas antes do Natal.
Este tempo pode ser de 22 a 28 dias, dependendo do ano e, consequentemente do dia da semana em que cai o 25 de dezembro. Muitas tradições e conteúdos estão relacionados com esse tempo.
Início do Ano Litúrgico
O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de mergulhar na liturgia e na mística cristã. Denominamos de Advento o tempo correspondente aos 4 domingos, às 4 semanas antes do Natal.
Este tempo pode ser de 22 a 28 dias, dependendo do ano e, consequentemente do dia da semana em que cai o 25 de dezembro. Muitas tradições e conteúdos estão relacionados com esse tempo.
Início do Ano Litúrgico
Para a Igreja Católica no Advento inicia-se o novo ano. O primeiro Domingo de Advento é o início do calendário litúrgico da Igreja que organiza e determina as comemorações, as celebrações e os principais conteúdos da vida comunitária dos católicos; por exemplo: Advento, Natal, Epifania, Paixão, Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Trindade, Ação de Graças, Reforma, Eternidade.
Espera e Vigília
Espera e Vigília
Advento significa "vinda", "chegada". Está relacionado à chegada de Deus ao mundo. Tempo determinado para a preparação da festa do nascimento de Jesus.
Ao mesmo tempo, esta "espera" recebe os traços litúrgicos e de comportamento próprios de uma "vigília", a partir do impacto da expectativa das comunidades católicas (venha o teu reino) relacionada à nova vinda de Cristo, à chegada do "novo Céu e a nova terra".
Temos nesta época conteúdos de fé e tradições católicas que promovem a alegria, causada pelas dádivas de Deus relacionadas ao nascimento de Jesus e pela expectativa de uma ação salvadora plena que ainda vai chegar, neste caso uma antecipação da grande alegria vindoura.
Coroa de Advento
Ao mesmo tempo, esta "espera" recebe os traços litúrgicos e de comportamento próprios de uma "vigília", a partir do impacto da expectativa das comunidades católicas (venha o teu reino) relacionada à nova vinda de Cristo, à chegada do "novo Céu e a nova terra".
Temos nesta época conteúdos de fé e tradições católicas que promovem a alegria, causada pelas dádivas de Deus relacionadas ao nascimento de Jesus e pela expectativa de uma ação salvadora plena que ainda vai chegar, neste caso uma antecipação da grande alegria vindoura.
Coroa de Advento
A coroa de Advento é feita com ramos verdes, geralmente envolvida por uma fita vermelha e nela 4 velas são afixadas. Ela simboliza e comunica que naquela Igreja, casa, escritório ou qualquer espaço em que ela esteja vivem pessoas que se preparam com alegria para celebrar a vinda de Deus ao mundo, o Natal.
O círculo da coroa
O círculo da coroa
Simboliza a nova aliança de Deus com a humanidade. Esta nova aliança é celebrada no sacramento da Santa Ceia. Ao círculo da coroa pode ser relacionado também a coroa de espinhos colocada na cabeça de Jesus naquela semana em que foi crucificado,a nova aliança foi feita pelo Jesus negado e rejeitado, com humildade e doação.
Os ramos verdes
Os ramos verdes
Os ramos mesmo cortados permanecem verdes por semanas: comunicam a esperança, uma esperança que leva a perseverança, uma entrega total da vida a Deus.
A fita vermelha
A fita vermelha
A cor vermelha na tradição litúrgica está ligada à cor do fogo e do sangue. Simboliza a cor da vida, do amor e ao mesmo tempo do derramamento do sangue, sacrifício. A nova aliança de Deus com a humanidade foi feita com amor, doação, sacrifício e trouxe a vida plena e eterna.
As quatro velas
As quatro velas
Uma vela para cada domingo que antecede ao dia 25 de dezembro. Alguns registros históricos contam que a coroa de Advento surgiu em uma instituição que abrigava crianças pobres. Inicialmente ela continha entre 22 a 28 velas, uma para cada dia do tempo de advento. Devido aos custos diminuiu-se o número de velas.
As velas da coroa são acesas (a cada domingo mais uma), para iluminar a vigília do Advento, a preparação para vinda da luz ao mundo. Simboliza que Jesus Cristo é a luz do mundo. Comunica a alegria da vida que procede de Deus, aquela que vai além dos limites que a vida no mundo impõe.
As velas da coroa são acesas (a cada domingo mais uma), para iluminar a vigília do Advento, a preparação para vinda da luz ao mundo. Simboliza que Jesus Cristo é a luz do mundo. Comunica a alegria da vida que procede de Deus, aquela que vai além dos limites que a vida no mundo impõe.
Homilia do Papa: pensar com a cabeça, mas também com o coração e com o Espírito
O cristão pensa de acordo com Deus e rejeita o pensamento fraco e uniformista, destacou o santo padre na missa desta sexta-feira(29) , celebrada na Casa de Santa Marta. O papa afirmou que, para entender os sinais dos tempos, o cristão não deve pensar somente com a cabeça, mas também com o coração e com o Espírito, que vive dentro dele. Sem isso, não poderia compreender "a marca de Deus na história".
O papa focou na ideia de que Cristo ensina os seus discípulos a compreender os "sinais dos tempos", sinais que os fariseus não conseguiram entender. Francisco fez referência ao evangelho de hoje para falar do "pensar cristão".
O santo padre explicou que, "no evangelho, Jesus não se irrita, mas, quando os discípulos não entendem as coisas, como os de Emaús, ele fala: 'Insensatos e lentos de coração!'. 'Insensatos e lentos de coração!'... Quem não entende as coisas de Deus é uma pessoa assim. Jesus quer que entendamos o que acontece: o que acontece no meu coração, o que acontece na minha vida, o que acontece no mundo, na história... O que significa quando acontece isso? Estes são os sinais dos tempos! Mas o espírito do mundo nos faz outras propostas, porque o espírito do mundo não nos quer como um povo: ele nos quer como massa, sem pensamento, sem liberdade".
O espírito do mundo, destacou Francisco, "quer que o nosso caminho seja o da uniformidade", mas, como diz São Paulo, "o espírito do mundo nos trata como se não tivéssemos a capacidade de pensar por nós mesmos, nos trata como pessoas que não são livres".
Para aprofundar nesta ideia, o santo padre falou de um "pensamento uniforme, pensamento igual, pensamento fraco, pensamento difuso. O espírito do mundo não quer que nos perguntemos diante de Deus: 'Mas por que isso, por que aquilo, por que acontece isso? Ou nos propõe um pensamento prêt-à-porter, de acordo com os gostos pessoais: 'Eu penso do jeito que eu quero'. Isso é bom, dizem eles... Mas o que o espírito do mundo não quer é o que Jesus nos pede: o pensamento livre, o pensamento de um homem e de uma mulher que fazem parte do povo de Deus. E a salvação foi precisamente esta! Pensem nos profetas... 'Tu não eras meu povo, mas agora te chamo de meu povo’: assim diz o Senhor. E esta é a salvação: nos tornar povos, povos de Deus, ter liberdade".
Jesus nos pede pensar livremente, pensar para entender o que acontece, acrescentou o santo padre. E a verdade é que "sozinhos não somos capazes! Precisamos da ajuda do Senhor". Precisamos dele "para entender os sinais dos tempos. O Espírito Santo nos dá esse presente, um dom: a inteligência para entender por nós e não porque outros nos digam o que acontece”.
Francisco perguntou: "Qual é o caminho que Cristo quer?". E respondeu: "O espírito de inteligência para entender os sinais dos tempos. É bonito pedir a Jesus esta graça: que ele nos envie o seu espírito de inteligência, para não termos um pensamento fraco, para não termos um pensamento uniforme e para não termos um pensamento determinado pelos nossos gostos: para só termos um pensamento de acordo com Deus. Com este desejo, que é um dom do Espírito, vamos procurar o que significam as coisas e entender bem os sinais dos tempos".
Para terminar a homilia, o papa destacou que "esta é a graça que devemos pedir ao Senhor: 'a capacidade que o Espírito nos dá' para 'entender os sinais dos tempos'”.
O papa focou na ideia de que Cristo ensina os seus discípulos a compreender os "sinais dos tempos", sinais que os fariseus não conseguiram entender. Francisco fez referência ao evangelho de hoje para falar do "pensar cristão".
O santo padre explicou que, "no evangelho, Jesus não se irrita, mas, quando os discípulos não entendem as coisas, como os de Emaús, ele fala: 'Insensatos e lentos de coração!'. 'Insensatos e lentos de coração!'... Quem não entende as coisas de Deus é uma pessoa assim. Jesus quer que entendamos o que acontece: o que acontece no meu coração, o que acontece na minha vida, o que acontece no mundo, na história... O que significa quando acontece isso? Estes são os sinais dos tempos! Mas o espírito do mundo nos faz outras propostas, porque o espírito do mundo não nos quer como um povo: ele nos quer como massa, sem pensamento, sem liberdade".
O espírito do mundo, destacou Francisco, "quer que o nosso caminho seja o da uniformidade", mas, como diz São Paulo, "o espírito do mundo nos trata como se não tivéssemos a capacidade de pensar por nós mesmos, nos trata como pessoas que não são livres".
Para aprofundar nesta ideia, o santo padre falou de um "pensamento uniforme, pensamento igual, pensamento fraco, pensamento difuso. O espírito do mundo não quer que nos perguntemos diante de Deus: 'Mas por que isso, por que aquilo, por que acontece isso? Ou nos propõe um pensamento prêt-à-porter, de acordo com os gostos pessoais: 'Eu penso do jeito que eu quero'. Isso é bom, dizem eles... Mas o que o espírito do mundo não quer é o que Jesus nos pede: o pensamento livre, o pensamento de um homem e de uma mulher que fazem parte do povo de Deus. E a salvação foi precisamente esta! Pensem nos profetas... 'Tu não eras meu povo, mas agora te chamo de meu povo’: assim diz o Senhor. E esta é a salvação: nos tornar povos, povos de Deus, ter liberdade".
Jesus nos pede pensar livremente, pensar para entender o que acontece, acrescentou o santo padre. E a verdade é que "sozinhos não somos capazes! Precisamos da ajuda do Senhor". Precisamos dele "para entender os sinais dos tempos. O Espírito Santo nos dá esse presente, um dom: a inteligência para entender por nós e não porque outros nos digam o que acontece”.
Francisco perguntou: "Qual é o caminho que Cristo quer?". E respondeu: "O espírito de inteligência para entender os sinais dos tempos. É bonito pedir a Jesus esta graça: que ele nos envie o seu espírito de inteligência, para não termos um pensamento fraco, para não termos um pensamento uniforme e para não termos um pensamento determinado pelos nossos gostos: para só termos um pensamento de acordo com Deus. Com este desejo, que é um dom do Espírito, vamos procurar o que significam as coisas e entender bem os sinais dos tempos".
Para terminar a homilia, o papa destacou que "esta é a graça que devemos pedir ao Senhor: 'a capacidade que o Espírito nos dá' para 'entender os sinais dos tempos'”.
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