Embora no mundo de hoje muitos não acreditem que as forças malignas queiram nos afastar de Deus, a Palavra de Deus nos garante que o inimigo existe e que quer nos derrubar. Revestir-se da armadura de Deus não é para guerrearmos humanamente, mas sim para a batalha espiritual. Para a luta espiritual, precisamos de armas espirituais. Muitas respostas para nossas vidas só vêm pela oração. Muitas coisas divinas não conseguimos explicar pelo nosso humano, apenas pelo sobrenatural, que é o agir de Deus.
Precisamos também ter em nossa mente que nem tudo é artimanha do inimigo de Deus, pois, em muitos casos, é apenas o nosso humano agindo. A Palavra de Deus nos exorta a nos armarmos para as batalhas espirituais. O maligno sabe quais são nossos pontos fracos e faz de tudo para que o homem velho e a mulher velha venham à tona em nós.
A santidade é algo possível, mas exige luta de nossa parte. São Paulo nos fala para nos revestirmos da armadura de Deus, pois nossa luta é contra os principados e potestades. Nossas lutas não são contra pessoas, mas contra o inimigo de Deus e nosso. Quantas vezes travamos guerras dentro de nossas casas, com nossos amigos; muitas vezes travamos essas guerras contra as pessoas erradas. Devemos declarar guerra contra o inimigo de Deus. Em meio a tempestades, que vêm sobre a sua vida, declare: O inimigo de Deus não tem poder para me destruir! E continue a combatê-lo.
Não sofremos os ataques do inimigo de Deus todos os dias, mas precisamos sempre estar preparados para a batalha. Por isso sempre devemos estar revestidos com a proteção de Deus.
No dia de São Pio de Pietrelcina, podemos ver o exemplo deste santo, que sofreu constantes ataques do inimigo, mas, revestido da armadura do Senhor, venceu as ciladas do maligno. Olhemos para a vida de Jesus Cristo: sofreu, foi abandonado, humilhado e foi até o fim. Nós, quando começamos a viver algumas tribulações na vida, pensamos em desistir, e muitos de nós realmente acabam desistindo. O sofrimento, quando oferecido, gera paz.
A fé é acreditar no que não vemos, é acreditar que situações podem ser mudadas mesmo que não consigamos enxergar essa graça no presente. No exército de Cristo o soldado não pode cair. E se cair, ele deve levantar-se imediatamente! O inimigo de Deus não quer apenas nos derrubar, mas nos deixar caídos. Não baixemos a guarda! O cinturão da verdade é o que nos segura. A mentira não vem de Deus, o inimigo é o pai da mentira. A verdade é libertadora.
Para o ataque precisamos da espada, a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus. Ao ser tentado no deserto pelo maligno, Jesus o venceu com a Palavra. Como vamos atacar e vencer o inimigo com a Palavra de Deus se não somos íntimos dela? A boca fala do que o coração está cheio. Estamos cheios de Deus? Meditamos Sua Palavra?
Aqueles que buscam falsas religiões entendam que estão entrando em território inimigo. Fazer trabalhos [em falsas religiões] para arrumar marido, conseguir emprego e evocar espíritos, nada disso é de Deus, mas sim obra do inimigo.
Pode ser que o Senhor não tenha nos atendido ainda porque não estamos tendo uma vida reta e íntegra. Não conseguimos servir a dois senhores. Que Jesus nos liberte de todos os objetos e alimentos consagrados ao maligno. Voltemos a Deus e confessemos nossos pecados.
Aquele que vigia sempre está atento. Oremos sempre, em todos os momentos. Oração é conversar com Deus. Precisamos treinar nosso coração para sermos orantes. Orar deve ser algo contínuo em nossa vida. Se não estamos conseguindo dominar nossa vida segundo os desígnios de Deus, peçamos a ajuda a Ele e às pessoas. Que o Senhor abra nossos olhos para o espiritual e nos revista com a armadura dos cristãos.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
O bem paga mais que o dinheiro, diz Papa Francisco
Encerrando as atividades em sua viagem à Albânia neste domingo, 21, o Papa Francisco encontrou-se com crianças do Centro Betânia e de outros centros caritativos do país. Na ocasião, o Papa recordou que o bem paga “infinitamente mais que o dinheiro”.
O Pontífice agradeceu ao acolhimento dado não só a ele nesta visita, mas a todas as crianças necessitadas atendidas pelo centro. Segundo ele, lugares assim confirmam os fiéis na fé, pois é possível ver a fé em caridade concreta, levando luz e esperança em situações de dificuldade.
“Esta fé, que trabalha na caridade, move as montanhas da indiferença, da incredulidade e da apatia e abre os corações e as mãos para realizar o bem e difundi-lo. Por meio de gestos humildes e simples de serviço aos pequenos passa a Boa Notícia de que Jesus ressuscitou e vive em meio a nós”.
Novamente, o convívio pacífico foi destacado pelo Papa Francisco. Ele falou do testemunho dado pelo centro de assistência em que há o convívio pacífico e fraterno entre pessoas de diferentes etnias e religiões. “Aqui as diferenças não impedem a harmonia, a alegria e a paz; antes, se tornam ocasião para o mais profundo conhecimento e compreensão recíproca”.
Nesse contexto, as diferentes experiências religiosas se abrem ao amor respeitoso para com o próximo e não se envergonham da bondade. Segundo Francisco, a bondade gera a consciência tranquila e a alegria profunda mesmo em meio a dificuldades e incompreensões. “Mesmo diante de ofensas sofridas, a bondade não é fraqueza, mas força verdadeira, capaz de renunciar à vingança”.
O Sumo Pontífice também falou às crianças e aos colaboradores do centro sobre a importância do bem, definindo-o como um “prêmio a si mesmo”, como algo que paga infinitamente mais que o dinheiro. Ele destacou ainda que o segredo de uma vida de sucesso é amar e doar-se por amor, o que dá força ao ato de sacrificar-se por amor.
O Santo Padre concluiu seu discurso deixando um encorajamento para a ação caritativa no país. “Continuem, com confiança, a servir nos pobres e nos abandonados o Senhor Jesus e a pregá-lo para que os corações e as mentes de todos se abram ao bem, à caridade ativa, fonte de alegria verdadeira e autêntica”.
O Pontífice agradeceu ao acolhimento dado não só a ele nesta visita, mas a todas as crianças necessitadas atendidas pelo centro. Segundo ele, lugares assim confirmam os fiéis na fé, pois é possível ver a fé em caridade concreta, levando luz e esperança em situações de dificuldade.
“Esta fé, que trabalha na caridade, move as montanhas da indiferença, da incredulidade e da apatia e abre os corações e as mãos para realizar o bem e difundi-lo. Por meio de gestos humildes e simples de serviço aos pequenos passa a Boa Notícia de que Jesus ressuscitou e vive em meio a nós”.
Novamente, o convívio pacífico foi destacado pelo Papa Francisco. Ele falou do testemunho dado pelo centro de assistência em que há o convívio pacífico e fraterno entre pessoas de diferentes etnias e religiões. “Aqui as diferenças não impedem a harmonia, a alegria e a paz; antes, se tornam ocasião para o mais profundo conhecimento e compreensão recíproca”.
Nesse contexto, as diferentes experiências religiosas se abrem ao amor respeitoso para com o próximo e não se envergonham da bondade. Segundo Francisco, a bondade gera a consciência tranquila e a alegria profunda mesmo em meio a dificuldades e incompreensões. “Mesmo diante de ofensas sofridas, a bondade não é fraqueza, mas força verdadeira, capaz de renunciar à vingança”.
O Sumo Pontífice também falou às crianças e aos colaboradores do centro sobre a importância do bem, definindo-o como um “prêmio a si mesmo”, como algo que paga infinitamente mais que o dinheiro. Ele destacou ainda que o segredo de uma vida de sucesso é amar e doar-se por amor, o que dá força ao ato de sacrificar-se por amor.
O Santo Padre concluiu seu discurso deixando um encorajamento para a ação caritativa no país. “Continuem, com confiança, a servir nos pobres e nos abandonados o Senhor Jesus e a pregá-lo para que os corações e as mentes de todos se abram ao bem, à caridade ativa, fonte de alegria verdadeira e autêntica”.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Liturgia: Reflexo da Beleza Divina
O termo liturgia tem raízes no idioma grego podendo ser traduzido como serviço público do culto. A liturgia cristã é a celebração dos Mistérios de Cristo enquanto Salvador da humanidade, atualizando-o. Odo Casel define liturgia como a ação de Cristo através da Igreja.
A liturgia católica compõe-se de vários ritos, sendo o rito latino (ou romano) o mais conhecido aqui no ocidente. Em Juiz de Fora, pode-se conhecer ainda o Rito Melquita para cá trazido pela comunidade libanesa. Também os protestantes tradicionais e evangélicos pentecostais têm seus ritos e liturgias, com suas diferentes expressões, o que constitui um dos pontos de união com os católicos, ortodoxos e outras correntes cristãs no grande louvor a Deus e na celebração de Cristo.
A liturgia, a partir de Cristo, toma forma nova porquanto vence o mero ritualismo para ser autêntica expressão da alma orante, imbuída da ação divina. São Paulo se refere à liturgia cristã como “culto agradável a Deus” (cf. Rom. 12, 1-2).
Toda a liturgia católica é estritamente cristocêntrica, tendo como núcleo a Santa Missa que é ceia e sacrifício, porém sacrifício incruento, ou seja, sem sofrimento. A missa na verdade é única, é eterna. Ele é de Cristo e se repete ininterruptamente através da ação da Igreja.
As celebrações dos sete sacramentos partem e levam ao mistério da redenção celebrada no altar da Eucaristia. Assim, podemos compreender que a palavra de Cristo Fazei isto em memória de mim (I Cor.11,25) não é somente relacionada à consagração do pão e do vinho, mas aplicada a cada sacramento. Também quando o sacerdote vai ungir a um doente, ele ouve dos lábios invisíveis de Cristo: Fazei isto em memória de mim. Da mesma forma os noivos quando vão se casar, o bispo quando vai crismar ou ordenar novos sacerdotes, bem como os ministros quando vão batizar, o padre quando vai absolver pecados. Em todos esses momentos de santificação, está presente a ação de Cristo. É ele quem age, quem faz.
A liturgia é o ápice da oração cristã, a comemoração do amor supremo, a celebração da presença de Deus junto a seu povo. Da liturgia parte toda a espiritualidade cristã, toda oração pessoal, íntima, comunitária ou pública. Victor Hugo afirmava: A oração é a irmã trêmula do amor.
Para haver liturgia, é indispensável, sobretudo o silêncio, que a alma necessariamente faz diante do inominável, do intocável, do transcendente, do glorioso, eterno e santíssimo Deus que se fez imanente, numerável, tocável, simples e pobre em Jesus de Nazaré, para ser um de nós e nos resgatar. Rubem Alves, que era protestante, certa vez hospedado por vários dias em um mosteiro católico, escreveu coisas lindas sobre a liturgia que se alimenta do silêncio: As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio também. Silêncio tem gosto bom. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. A música acontece no silêncio. No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós – como no poema de Mallarmé, “A catedral submersa” que Debussy musicou. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar, quem faz mergulho sabe, a boca fica fechada. Os poetas conhecem essa experiência. “Nosso olhar é submarino”, escreveu T. S. Eliot. “Olhamos para cima e vemos a luz que se fratura através de águas inquietas...” Para mim, Deus é a beleza que se ouve no silêncio".
Tudo que compõe a liturgia tem sentido para expressar a beleza de Deus: os sinos, os cânticos, as velas acesas, as toalhas brancas, os móveis e os vasos, as flores, as vestes, os gestos, sobretudo o livro da Palavra, o Pão e o Vinho que se tornaram o corpo e sangue de Cristo vivo e presente.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Presidenciáveis encaram debate da CNBB na terça-feira, ao vivo pela TV Aparecida
Os candidatos à Presidência da República estarão frente-a-frente em Aparecida (SP) na próxima terça-feira (16), às 21h30, para participarem do debate da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)
O debate está na responsabilidade da TV Aparecida e terá transmissão simultânea da TV Canção Nova; Imaculada; TV Nazaré; Rede Vida de Televisão; Rede Século 21; TV 3º Milênio; TV Horizonte e TV Evangelizar, Rede Católica de Rádio e portais de inspiração católica.
O Debate será dividido em 5 blocos com os seguintes tempos e conteúdos:
O primeiro bloco terá pergunta única da CNBB para todos os candidatos,a duração do bloco está estimada em 20 minutos.
No segundo bloco, 8 bispos do Brasil farão perguntas aos 8 candidatos, um bispo sorteado fará a pergunta ao candidato também sorteado, o tempo estimado do bloco é de 25 minutos.
O terceiro bloco, será a vez de 8 jornalistas convidados realizarem perguntas aos candidatos, também em forma de sorteio, o estimado deste bloco é de 25 minutos.
O quarto bloco haverá o confronto direto entre os candidatos um perguntando ao outro, a duração do bloco está estimada em 41 minutos
Durante o quinto e último bloco, cada candidato apresentará suas considerações finais, a duração do bloco está estimada em 24 minutos.
Os candidatos ocuparão o cenário de acordo com a ordem sorteada, no início da transmissão o cardeal arcebispo de Aparecida (SP), Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB irá proferir uma mensagem.
O debate está na responsabilidade da TV Aparecida e terá transmissão simultânea da TV Canção Nova; Imaculada; TV Nazaré; Rede Vida de Televisão; Rede Século 21; TV 3º Milênio; TV Horizonte e TV Evangelizar, Rede Católica de Rádio e portais de inspiração católica.
O Debate será dividido em 5 blocos com os seguintes tempos e conteúdos:
O primeiro bloco terá pergunta única da CNBB para todos os candidatos,a duração do bloco está estimada em 20 minutos.
No segundo bloco, 8 bispos do Brasil farão perguntas aos 8 candidatos, um bispo sorteado fará a pergunta ao candidato também sorteado, o tempo estimado do bloco é de 25 minutos.
O terceiro bloco, será a vez de 8 jornalistas convidados realizarem perguntas aos candidatos, também em forma de sorteio, o estimado deste bloco é de 25 minutos.
O quarto bloco haverá o confronto direto entre os candidatos um perguntando ao outro, a duração do bloco está estimada em 41 minutos
Durante o quinto e último bloco, cada candidato apresentará suas considerações finais, a duração do bloco está estimada em 24 minutos.
Os candidatos ocuparão o cenário de acordo com a ordem sorteada, no início da transmissão o cardeal arcebispo de Aparecida (SP), Dom Raymundo Damasceno Assis, presidente da CNBB irá proferir uma mensagem.
Anular o voto é pecado?
Anular o voto é pecado, é desprezar o direito sagrado de participar da vida pública.
Os últimos Papas têm insistido em que os católicos participem da vida pública, sobretudo da política, que é a ciência do “bem comum”, uma forma de fazer a caridade pública. Recentemente o Papa Francisco, ao falar sobre isso, declarou:“Envolver-se na política é uma obrigação para o cristão. Nós não podemos fazer como Pilatos e lavar as mãos, não podemos. Temos de nos meter na política porque a política é uma das formas mais altas de caridade, porque busca o bem comum. Os leigos cristãos devem trabalhar na política. A política está muito suja, mas eu pergunto: está suja por quê? Por que os cristãos não se meteram nela com espírito evangélico? É a pergunta que faço. É fácil dizer que a culpa é dos outros… Mas, e eu, o que faço? Isso é um dever. Trabalhar para o bem comum é dever do cristão”.
Note que o Sumo Pontífice enfatizou que a política é uma das “formas mais altas de caridade”, porque é por ela que um país é governado, atendendo especialmente os mais necessitados. Contudo, se os homens e mulheres públicos forem desonestos ou despreparados, essa caridade não existirá. E a culpa, acima de tudo, é do próprio povo, porque é ele quem escolhe pelo voto seus governantes.
São aqueles que exercem cargos públicos, eleitos pelo povo, que empregam o dinheiro de todos, arrecadado por intermédio dos impostos, para cuidar do povo, especialmente os mais necessitados, investindo na saúde, no transporte público, na educação, nas moradias, no saneamento básico, no fornecimento de água, de energia, telefone, internet, entre outros.
Na sua Encíclica “Evangelii Gaudium”, em português “A Alegria do Evangelho”, o Papa Francisco repetiu: “A política, tão denegrida, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum” (EG, 205).
O Papa Bento XVI afirmou o seguinte sobre esse tema: “Reitero a necessidade e urgência de formação evangélica e acompanhamento pastoral de uma nova geração de católicos envolvidos na política, que sejam coerentes com a fé professada, que tenham firmeza moral, capacidade de julgar, competência profissional e paixão pelo serviço ao bem comum” (Vaticano, 15/11/ 2008).
O Concílio Vaticano II também já tinha se pronunciado sobre isso: “Lembrem-se, portanto, todos os cidadãos ao mesmo tempo do direito e do dever de usar livremente seu voto para promover o bem comum. A Igreja considera digno de louvor e consideração o trabalho daqueles que se dedicam ao bem da coisa pública a serviço dos homens e assumem os trabalhos deste cargo” (Gaudium et Spes, 75).
E o nosso Catecismo da Igreja Católica, no número 899, repete: “A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs”.
Na “Christifidelis laici”, no número 42, São João Paulo II disse: “Para animar cristãmente a ordem temporal [...], os fiéis leigos não podem absolutamente abdicar da participação na «política», ou seja, da múltipla e variada ação econômica, social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum”.
Infelizmente o demônio colocou na cabeça dos bons que a política é coisa de gente má; então, muitos maus a dominaram. É preciso acordar desse pesadelo. Os cristãos precisam ter uma participação ativa na política, não só como candidatos, como também na promoção dos bons políticos.
O povo precisa aprender a votar e a conhecer bem os candidatos. Alguns, no dia da eleição, pegam um papel de propaganda na rua e dão o seu voto a qualquer um. Pior ainda são os que anulam o voto ou votam em branco, jogando fora o direito e o dever sagrado de participar da vida da nação. E, ao agirem assim, acabam facilitando a eleição dos piores. Anular o voto é pecado, é desprezar o direito sagrado de participar da vida pública. O voto nulo ajuda o mau político a se eleger. Se não gostamos de nenhum candidato devemos votar no “menos ruim”, mas nunca em branco ou nulo, pois alguém será eleito.
Hoje com a internet, ficou mais fácil saber quem é político e quem é “politiqueiro”; quem quer trabalhar para o povo e quem quer trabalhar para si mesmo. Então, é fundamental que os cristãos informem seus irmãos e suas comunidades sobre quem não merece o voto deles.
Precisa ficar claro que a política é boa, o que não presta é a politicagem; e que o político é bom, o que não presta é o “politiqueiro”.
O pior problema hoje do nosso país é que grande parte da população é alienada da vida pública, não lê um jornal, uma boa revista sobre o assunto, limita-se a ver noticiários de televisão e se deixa, muitas vezes, enganar por um favor que recebe. São pessoas que votam com o estômago e não com a cabeça.
O voto é sagrado, é a arma da democracia se ele for dado com conhecimento de causa e com honestidade, sem se vender. Contudo, se não houver nada disso, a democracia ficará doente e poderá se tornar ditadura disfarçada.
O Brasil carece de uma reforma política séria, por meio da qual se implante, por exemplo, o voto distrital, se acabe com o tal “coeficiente eleitoral”, que faz com que muitos sejam eleitos com os votos de outros. Mas tudo isso só acontecerá quando houver uma mudança na qualidade dos nossos governantes.
Muitos que hoje são eleitos têm suas caríssimas campanhas políticas custeadas por grandes corporações: sindicatos, igrejas, cooperativas, empresários, entre outros. Depois de eleitos, vão trabalhar para o bem do povo? Não. Para o bem de quem os custeou. Desse modo, a política como caridade não existe e os lobbies a dominam. Então, é preciso termos governantes eleitos, de fato, pelo povo, conscientizado e não comprado com caros investimentos. Cabe a cada cristão se conscientizar a respeito disso e conscientizar seus irmãos para que não sejam manipulados, comprados e subjugados.
Nada resiste à Palavra de Deus
Não podemos ficar sem a Palavra de Deus. Ninguém pode beber água por você. Da mesma forma, só você pode beber da Palavra de Deus. Não basta somente a ler. É preciso lê-la, ouvi-la e viver o que está escrito nela. Aquele que não se lava não se conserva limpo. Assim como a água purifica nosso corpo, a Palavra de Deus purifica o nosso interior. Conheço pessoas que não sabiam ler e começaram a aprender ao lerem a Bíblia.
Que beleza é ver os cegos lendo a Bíblia em braille! Muitos deles fazem o diário espiritual em braille. Isso é uma vergonha para nós, porque enxergamos e não fazemos o estudo bíblico. Se a Palavra de Deus entrar na sua vida tudo vai mudar. Deus colocou em nós essa fome e essa sede pelas coisas d’Ele.
“E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz” (Lucas 8, 16-17).
A Palavra de Deus é a semente do Reino de Deus. Você sabe como é implantado o Reino de Deus? Por intermédio da Sua Palavra. Assim como para haver uma árvore é preciso plantar uma semente, a Palavra de Deus precisa ser semeada no terreno de nosso coração.
O Reino de Deus vai brotar em nós. A candeia é como uma lâmpada e ela não pode ser colocada debaixo da cama. Do mesmo modo, a Palavra de Deus não pode ficar escondida, não pode ficar debaixo do armário, mas precisa brilhar em toda a nossa casa. Na casa do nosso coração.
Todos nós temos grandes problemas de família. Se o problema não está conosco, está com alguém da nossa família. Talvez você tenha problemas dentro da sua casa e o que trará a solução para você é a Palavra de Deus. A Palavra não pode ficar dentro de uma gaveta. Ela precisa estar no alto para que brilhe sobre toda a sua casa, para que ilumine e atinja todos os recantos da sua família.
Existem pessoas que não querem viver o que Palavra de Deus nos ensina. É justamente sobre elas que precisamos fazer com que a Palavra brilhe para que elas mesmas a acolham. É preciso que façamos a Palavra de Deus presente na nossa casa. Assim como a luz vai iluminando tudo ao seu redor, assim é com a Palavra de Deus. Quanto mais houver a vivência e a proclamação da Palavra de Deus, tanto mais vai existir luz na sua casa. Infelizmente, há pessoas que não querem saber de Deus. Não querem ouvir a Deus. Talvez você já tenha falado demais com elas e não adiantou, então a única coisa a fazer impregnar-se da Palavra, porque, mesmo se você não lhes falar, a sua vida vai falar.
Quanto mais você tem a Palavra de Deus, tanto mais até o seu palavreado se torna Palavra de Deus. Nada resiste à Palavra de Deus! Ela é viva e eficaz. Como está escrito em São Marcos 22,4: “Não há nada oculto que não vai ser descoberto”. Para iluminar toda a sua casa e toda a sua vida, a Palavra de Deus precisa ser publicada e vivida. A Palavra precisa ser dita!
A mesma situação da qual você padece na sua casa, nós padecemos no mundo. Muitos não conhecem a Sagrada Escritura, não obedecem e não vivem o que está escrito nela, porque a Palavra não foi proclamada a eles. Muitas de nossas famílias são pagãs; o fato de acreditarem em Deus e terem se casado na Igreja não significa que elas sejam cristãs, porque o que se mede é o que a pessoa vive. É a própria Palavra de Deus que diz: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem e estremecem” (Tiago 2,19). Muitas famílias vivem só da existência de Deus, mas o Cristianismo mesmo não é vivido por elas.
Nós estamos em uma época maravilhosa na qual a Palavra de Deus está sendo anunciada e colocada no alto, para iluminar a nossa vida e a nossa casa. No meu tempo de menino não era assim. Era muito mais difícil as pessoas terem uma Bíblia e a lerem. Hoje isso mudou, mas ainda falta muito. Nós estamos vivendo essa graça. Jesus afirma: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba!”. Hoje mais que nunca Deus está derramando o Seu Espírito sobre nós.
Quem quer vir e beber da Palavra de Deus, hoje tem essa possibilidade. Os tempos mudaram. Não estamos mais na geração de tempos atrás. Nunca houve tanta possibilidade de ter acesso à Palavra de Deus como hoje. No entanto, não basta você viver neste tempo privilegiado, você precisa querer vivê-lo. É importante ter sede de Deus. Jesus está suscitando em nosso coração a sede pela Sua Palavra.
Infelizmente nós nos deixamos levar pelo espírito da preguiça. Agora é hora de sair desse comodismo e beber da Palavra de Deus.
Que beleza é ver os cegos lendo a Bíblia em braille! Muitos deles fazem o diário espiritual em braille. Isso é uma vergonha para nós, porque enxergamos e não fazemos o estudo bíblico. Se a Palavra de Deus entrar na sua vida tudo vai mudar. Deus colocou em nós essa fome e essa sede pelas coisas d’Ele.
“E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso, ou a põe debaixo da cama; mas põe-na no velador, para que os que entram vejam a luz” (Lucas 8, 16-17).
A Palavra de Deus é a semente do Reino de Deus. Você sabe como é implantado o Reino de Deus? Por intermédio da Sua Palavra. Assim como para haver uma árvore é preciso plantar uma semente, a Palavra de Deus precisa ser semeada no terreno de nosso coração.
O Reino de Deus vai brotar em nós. A candeia é como uma lâmpada e ela não pode ser colocada debaixo da cama. Do mesmo modo, a Palavra de Deus não pode ficar escondida, não pode ficar debaixo do armário, mas precisa brilhar em toda a nossa casa. Na casa do nosso coração.
Todos nós temos grandes problemas de família. Se o problema não está conosco, está com alguém da nossa família. Talvez você tenha problemas dentro da sua casa e o que trará a solução para você é a Palavra de Deus. A Palavra não pode ficar dentro de uma gaveta. Ela precisa estar no alto para que brilhe sobre toda a sua casa, para que ilumine e atinja todos os recantos da sua família.
Existem pessoas que não querem viver o que Palavra de Deus nos ensina. É justamente sobre elas que precisamos fazer com que a Palavra brilhe para que elas mesmas a acolham. É preciso que façamos a Palavra de Deus presente na nossa casa. Assim como a luz vai iluminando tudo ao seu redor, assim é com a Palavra de Deus. Quanto mais houver a vivência e a proclamação da Palavra de Deus, tanto mais vai existir luz na sua casa. Infelizmente, há pessoas que não querem saber de Deus. Não querem ouvir a Deus. Talvez você já tenha falado demais com elas e não adiantou, então a única coisa a fazer impregnar-se da Palavra, porque, mesmo se você não lhes falar, a sua vida vai falar.
Quanto mais você tem a Palavra de Deus, tanto mais até o seu palavreado se torna Palavra de Deus. Nada resiste à Palavra de Deus! Ela é viva e eficaz. Como está escrito em São Marcos 22,4: “Não há nada oculto que não vai ser descoberto”. Para iluminar toda a sua casa e toda a sua vida, a Palavra de Deus precisa ser publicada e vivida. A Palavra precisa ser dita!
A mesma situação da qual você padece na sua casa, nós padecemos no mundo. Muitos não conhecem a Sagrada Escritura, não obedecem e não vivem o que está escrito nela, porque a Palavra não foi proclamada a eles. Muitas de nossas famílias são pagãs; o fato de acreditarem em Deus e terem se casado na Igreja não significa que elas sejam cristãs, porque o que se mede é o que a pessoa vive. É a própria Palavra de Deus que diz: “Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o creem e estremecem” (Tiago 2,19). Muitas famílias vivem só da existência de Deus, mas o Cristianismo mesmo não é vivido por elas.
Nós estamos em uma época maravilhosa na qual a Palavra de Deus está sendo anunciada e colocada no alto, para iluminar a nossa vida e a nossa casa. No meu tempo de menino não era assim. Era muito mais difícil as pessoas terem uma Bíblia e a lerem. Hoje isso mudou, mas ainda falta muito. Nós estamos vivendo essa graça. Jesus afirma: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba!”. Hoje mais que nunca Deus está derramando o Seu Espírito sobre nós.
Quem quer vir e beber da Palavra de Deus, hoje tem essa possibilidade. Os tempos mudaram. Não estamos mais na geração de tempos atrás. Nunca houve tanta possibilidade de ter acesso à Palavra de Deus como hoje. No entanto, não basta você viver neste tempo privilegiado, você precisa querer vivê-lo. É importante ter sede de Deus. Jesus está suscitando em nosso coração a sede pela Sua Palavra.
Infelizmente nós nos deixamos levar pelo espírito da preguiça. Agora é hora de sair desse comodismo e beber da Palavra de Deus.
A misericórdia muda o coração e a vida, diz Papa na catequese
O Papa Francisco continuou nesta quarta-feira, 10, o ciclo de catequeses sobre a Igreja. Desta vez, ele se concentrou em como a Igreja ensina aos fiéis as obras de misericórdia, o que deve ser feito com gratuidade, sem esperar nada em troca.
A Igreja indica o que é essencial na vida dos cristãos, disse o Papa, destacando que o essencial, segundo o Evangelho, é a misericórdia, como diz Jesus: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”.
“Pode existir um cristão que não seja misericordioso?”, questionou Francisco. Ele mesmo respondeu dizendo que o cristão necessariamente é misericordioso, pois este é o centro do Evangelho. A Igreja, então, se comporta como Jesus, ensinando essa lição aos fiéis com os exemplos e utilizando as palavras para iluminar o significado dos seus gestos.
“A mãe Igreja nos ensina a dar de comer e beber a quem tem fome e sede, a vestir quem está nu. E como faz isso? Com o exemplo de tantos santos e santas que fizeram isso de modo exemplar; mas o faz também com o exemplo de tantos pais e mães que ensinam a seus filhos que aquilo que sobra a nós é para aqueles a quem falta até o necessário”.
Nas famílias cristãs, a hospitalidade é sagrada, disse o Papa. Ele contou aos fiéis um episódio que aconteceu com uma paroquiana argentina, que queria ensinar os seus três filhos a partilhar. Certo dia, no almoço, um senhor bateu à porta pedindo comida. A mãe pediu que as crianças dessem, cada uma, metade da carne e das batatas que comiam.
“E assim esta mãe ensinou aos filhos a dar de comer da própria comida. Isto é um belo exemplo que me ajudou tanto”, disse Francisco. Ele explicou que assim age também a Igreja, ensinando os fiéis a estarem sempre próximo dos mais necessitados, a exemplo dos doentes e presidiários.
“A misericórdia supera todo muro, toda barreira e nos leva a procurar sempre a face do homem, da pessoa. E é a misericórdia que muda o coração e a vida, que pode regenerar uma pessoa e permitir a ela inserir-se de modo novo na sociedade”.
O Santo Padre citou o exemplo da Beata Teresa de Calcutá e de tantos cristãos que não têm medo de estender a mão aos mais necessitados. Porém, ressaltou que é preciso fazer o bem com gratuidade, sem esperar nada em troca.
“Não basta amar quem nos ama. Jesus diz que isto fazem os pagãos. Não basta fazer o bem a quem nos faz o bem. Para mudar o mundo para melhor, é preciso fazer o bem a quem não é capaz de retribuir, como o Pai fez conosco, doando-nos Jesus”.
Devido ao calor, antes da audiência geral Francisco cumprimentou os doentes na Sala Paulo VI. Entre eles, havia um grupo de crianças albinas.
A Igreja indica o que é essencial na vida dos cristãos, disse o Papa, destacando que o essencial, segundo o Evangelho, é a misericórdia, como diz Jesus: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso”.
“Pode existir um cristão que não seja misericordioso?”, questionou Francisco. Ele mesmo respondeu dizendo que o cristão necessariamente é misericordioso, pois este é o centro do Evangelho. A Igreja, então, se comporta como Jesus, ensinando essa lição aos fiéis com os exemplos e utilizando as palavras para iluminar o significado dos seus gestos.
“A mãe Igreja nos ensina a dar de comer e beber a quem tem fome e sede, a vestir quem está nu. E como faz isso? Com o exemplo de tantos santos e santas que fizeram isso de modo exemplar; mas o faz também com o exemplo de tantos pais e mães que ensinam a seus filhos que aquilo que sobra a nós é para aqueles a quem falta até o necessário”.
Nas famílias cristãs, a hospitalidade é sagrada, disse o Papa. Ele contou aos fiéis um episódio que aconteceu com uma paroquiana argentina, que queria ensinar os seus três filhos a partilhar. Certo dia, no almoço, um senhor bateu à porta pedindo comida. A mãe pediu que as crianças dessem, cada uma, metade da carne e das batatas que comiam.
“E assim esta mãe ensinou aos filhos a dar de comer da própria comida. Isto é um belo exemplo que me ajudou tanto”, disse Francisco. Ele explicou que assim age também a Igreja, ensinando os fiéis a estarem sempre próximo dos mais necessitados, a exemplo dos doentes e presidiários.
“A misericórdia supera todo muro, toda barreira e nos leva a procurar sempre a face do homem, da pessoa. E é a misericórdia que muda o coração e a vida, que pode regenerar uma pessoa e permitir a ela inserir-se de modo novo na sociedade”.
O Santo Padre citou o exemplo da Beata Teresa de Calcutá e de tantos cristãos que não têm medo de estender a mão aos mais necessitados. Porém, ressaltou que é preciso fazer o bem com gratuidade, sem esperar nada em troca.
“Não basta amar quem nos ama. Jesus diz que isto fazem os pagãos. Não basta fazer o bem a quem nos faz o bem. Para mudar o mundo para melhor, é preciso fazer o bem a quem não é capaz de retribuir, como o Pai fez conosco, doando-nos Jesus”.
Devido ao calor, antes da audiência geral Francisco cumprimentou os doentes na Sala Paulo VI. Entre eles, havia um grupo de crianças albinas.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Por que dedicar um mês à Bíblia?
No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos estabeleceu setembro como o “mês da Bíblia” por várias razões importantes.
Este mês foi escolhido, porque o grande São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do hebraico e grego para o latim, tem sua memória litúrgica celebrada no dia 30 de setembro. Ele foi secretário do grande Papa São Dâmaso (366-384), que o incumbiu dessa grande obra chamada “Vulgata”, por ser usada em toda a parte.São Jerônimo levou cerca de trinta e cinco anos fazendo essa tradução nas grutas de Belém, vivendo a oração e a penitência ao lado da gruta onde Jesus nasceu. O santo disse que “desconhecer as Escrituras é desconhecer o próprio Cristo”. Ele nos deixou um legado de grande amor às Sagradas Escrituras. E possuía grande cultura literária e bíblica, sabia grego, latim e hebraico.
A Sagrada Escritura é alimento para a nossa alma e fonte de vida. Jesus conhecia profundamente a Bíblia. Mais do que isso: Ele a amava e se guiava por suas palavras. Isso é o suficiente para que todos nós façamos o mesmo. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra o Senhor, Ele o rebateu com as palavras da Escritura. Quando o tentador pediu que Ele transformasse as pedras em pães para provar Sua filiação divina, Jesus lhe disse: “O homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor” (Dt 8,3c).
Quando o tentador exigiu que Ele se jogasse do alto do templo, Jesus lhe respondeu: “Não provocareis o Senhor vosso Deus” (Dt 6,16a). E quando satanás tentou fazer com que Cristo o adorasse, ouviu mais uma vez a Palavra de Deus: “Temerás o Senhor, teu Deus, prestar-lhe-ás o teu culto e só jurarás pelo seu nome” (Dt 6,13). O demônio foi vencido e se afastou, porque não tem poder diante da Palavra de Deus.
Não é sem razão que São Pedro disse: “Antes de tudo, sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus” (2 Pd 1,20-21).
A importância do mês da Bíblia é que o povo brasileiro a conheça melhor e seja motivado a estudá-la com mais profundidade, uma vez que não é fácil compreendê-la, especialmente o Antigo Testamento. A Bíblia não é um livro de ciência, mas sim de fé. Utilizando os mais diversos gêneros literários, ela narra acontecimentos da vida de um povo guiado por Deus, quatro mil anos atrás, atravessando os mais variados contextos sociais, políticos, culturais, econômicos, entre outros. Por isso, a Palavra de Deus não pode sempre ser tomada ao “pé da letra”, literalmente, embora muitas vezes o deva ser. “Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Cor 3,6c), disse São Paulo.
Portanto, para ler a Bíblia de maneira adequada, exige-se, antes de tudo, o pré-requisito da fé e da inspiração do Espírito Santo na mente, sem o que a interpretação da Escritura pode ser comprometida. Mas é preciso também estudá-la, fazer um curso bíblico, entre outros.
A Carta aos Hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma A carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.
Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).
A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).
Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.
O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência. Tudo isso para que possamos dizer como o salmista, no Salmo 118:
“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).
Para que a Palavra de Deus seja eficaz em nossa vida, precisamos, pela fé, acreditar nela e colocá-la em prática objetivamente. Em outras palavras, precisamos obedecê-la, pois, ao fazer isso, estaremos obedecendo ao próprio Senhor.
Mas nem sempre a Bíblia é fácil de ser interpretada pelas razões já expostas. É por isso que Jesus confiou a interpretação dela à Igreja Católica, que o faz por meio do Sagrado Magistério, dirigido pela cátedra de Pedro (o Papa) e da Sagrada Tradição Apostólica, que constitui o acervo sagrado de todo o passado da Igreja e de tudo quanto o Espírito Santo lhe revelou e continua a fazê-lo no presente. (cf. Jo 14, 15.25; 16, 12-13).
A alma da Igreja é o Espírito Santo dado em Pentecostes; por isso a Igreja não erra na interpretação da Bíblia, e isso é dogma de fé. Jesus mesmo lhe garantiu isso: “Quando vier o Paráclito, o Espírito da verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13a).
Embora seja feita de homens, santos e também pecadores, a Igreja Católica tem a garantia de não errar na interpretação dos assuntos da fé. Entretanto, ela não despreza a ciência; muito pelo contrário, a valoriza tremendamente para iluminar a fé e entender a revelação.
O Vaticano possui a “Pontifícia Academia de Ciências”; em Jerusalém está a Escola Bíblica que se dedica a estudar exegese, hermenêutica, línguas antigas, geologia, história antiga, paleontologia, arqueologia e tantas outras ciências, a fim de que cada palavra, cada versículo e cada texto da Bíblia sejam interpretados corretamente. É a fé caminhando junto com a ciência. Tudo isso para que possamos dizer como o salmista, no Salmo 118:
“Vossos preceitos são minhas delícias.
Meus conselheiros são as vossas leis.” (v. 24)
“O único consolo em minha aflição
É que vossa palavra me dá vida.” (v. 50)
“Quão saborosas são para mim vossas palavras,
mais doces que o mel à minha boca.” (v. 103)
“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos. E uma luz em meu caminho.” (v. 105)
“Encontro minha alegria na vossa palavra,
Como a de quem encontra um imenso tesouro.” (v.162)
A Igreja é mãe e tem como modelo Maria, diz Papa Francisco
A maternidade da Igreja, disse o Papa, coloca-se em continuidade com a maternidade de Maria, como seu prolongamento na história. “Olhando Maria, descobrimos a face mais bela e terna da Igreja. Olhando para a Igreja, reconhecemos os traços sublimes de Maria. Mas nós cristãos não somos órfãos. Nós temos uma mãe. Temos mãe. E isso é grandioso. Não somos órfãos. A Igreja é mãe. Maria é mãe”.
Francisco explicou que a Igreja é mãe porque gerou cada um no batismo e desde então faz com que os fiéis cresçam na fé com a força da Palavra de Deus. A maternidade da Igreja se expressa de modo peculiar nesse serviço de evangelização, pois a mostra como uma mãe preocupada em dar aos seus filhos o alimento espiritual que frutifica a vida cristã. Por isso mesmo, cada um é chamado a acolher a Palavra de Deus proposta pela Igreja.
“Somente a Palavra de Deus tem esta capacidade de nos transformar no mais profundo. A Palavra de Deus tem este poder. E quem nos dá a Palavra de Deus? A Mãe Igreja. Ela nos amamenta desde pequenos com esta Palavra. E nos ensina toda a vida com esta Palavra. E isso é grandioso. É justamente a Mãe Igreja que, com a Palavra de Deus, nos transforma por dentro”.
O Santo Padre destacou ainda que o Evangelho e os sacramentos orientam as opções de vida. Diante dos perigos do mundo, a Igreja defende seus filhos com a coragem de uma mãe e pede que sejam vigilantes em relação às seduções malignas.
“A Igreja tem a coragem de uma mãe que sabe ter o dever de defender os próprios filhos dos perigos, que derivam da presença de satanás no mundo, para levá-los ao encontro com Jesus. Uma mãe sempre defende os seus filhos. Esta defesa consiste também em exortar à vigilância: vigiar contra o engano e a sedução do maligno. Porque mesmo que Deus tenha vencido satanás, ele sempre volta com as suas tentações como leão que ruge ao nosso redor procurando nos devorar”.
Recordando que a Igreja é formada não só pelo clero, mas por todos os batizados, o Papa Francisco concluiu a catequese pedindo a Maria que ensine os fiéis a imitarem sua solicitude pelo bem dos irmãos, com a capacidade sincera de acolher, perdoar e infundir coragem e esperança.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
A vida em Cristo exige justiça, misericórdia e fidelidade
Não deixemos de lado o espírito da fé. Não se vive a religião de Jesus Cristo sem a prática da justiça, da misericórdia e da fidelidade.
Jesus continua o Seu embate e, ao mesmo tempo, o ensinamento sobre o perigo da vida farisaica, que está voltada a observar as práticas externas da Lei de Deus e, contudo, deixa de lado o essencial da Lei Divina. Vejam, os fariseus pagam direitinho o dízimo e fazem questão de realzar tudo na medida, tirar cada medida certa e mostrar para os homens que cumprem com seus deveres e suas obrigações. Mas o essencial eles não vivem: não colocam em prática a justiça. Justiça no sentido de sermos justos uns com os outros, de sabermos reconhecer os valores e as necessidades dos mais pobres, dos mais sofridos, dos injustiçados. Fazer justiça quer dizer reparar os erros, não permitir que a injustiça prevaleça, nem reine, nem triunfe em nenhum lugar.
“Vós não praticais a misericórdia”; a misericórdia vem como o coração da Lei Divina, a misericórdia é o resumo, a essência, do coração de Deus, que conhece nossas misérias e nossas fragilidades. E movido por compaixão, o Senhor não nos trata conforme as nossas faltas, mas sim conforme o Seu amor infinito e conforme a Sua bondade. O Senhor nos molda segundo o Seu coração misericordioso. Quem experiencia em sua vida a misericórdia divina sabe ter misericórdia para com o seu próximo.
“Vós deixais de lado a fidelidade”; a fidelidade ao coração de Deus, fidelidade à Lei de Deus e ao amor de Deus. Ser fiel quer dizer ser comprometido com a vida, com o coração; ser fiel significa estar aplicado, mesmo que erre, a reparar seus próprios erros.
Sabem, meus irmãos, Deus hoje nos chama a conhecermos o Seu coração bondoso e a não vivermos uma religião de fachada; uma religião em que nos preocupamos com as atitudes externas. Não! Se nós rezamos, se nós participamos das coisas da Igreja, dessa ou daquela pastoral ou grupo, não deixemos de lado o espírito da fé, não deixemos de lado, de modo nenhum, o espírito que move a nossa fé. Não se vive a religião de Jesus Cristo sem a prática da justiça, da misericórdia e da fidelidade.
Deus abençoe você!
“Vós não praticais a misericórdia”; a misericórdia vem como o coração da Lei Divina, a misericórdia é o resumo, a essência, do coração de Deus, que conhece nossas misérias e nossas fragilidades. E movido por compaixão, o Senhor não nos trata conforme as nossas faltas, mas sim conforme o Seu amor infinito e conforme a Sua bondade. O Senhor nos molda segundo o Seu coração misericordioso. Quem experiencia em sua vida a misericórdia divina sabe ter misericórdia para com o seu próximo.
“Vós deixais de lado a fidelidade”; a fidelidade ao coração de Deus, fidelidade à Lei de Deus e ao amor de Deus. Ser fiel quer dizer ser comprometido com a vida, com o coração; ser fiel significa estar aplicado, mesmo que erre, a reparar seus próprios erros.
Sabem, meus irmãos, Deus hoje nos chama a conhecermos o Seu coração bondoso e a não vivermos uma religião de fachada; uma religião em que nos preocupamos com as atitudes externas. Não! Se nós rezamos, se nós participamos das coisas da Igreja, dessa ou daquela pastoral ou grupo, não deixemos de lado o espírito da fé, não deixemos de lado, de modo nenhum, o espírito que move a nossa fé. Não se vive a religião de Jesus Cristo sem a prática da justiça, da misericórdia e da fidelidade.
Deus abençoe você!
sábado, 23 de agosto de 2014
Dicas para escolher a profissão ideal
A escolha da profissão ideal exige autoconhecimento, tempo e pesquisa
Normalmente, nossos jovens não estão preparados para responder essa pergunta, mas podemos ajudá-los nesta escolha difícil, sem tentar realizar os sonhos dos pais nos filhos. A resposta para a segunda parte da pergunta é que nossas escolhas de hoje não são para sempre; podemos, na vida profissional, realizar pós-graduações e mestrados e reposicionar a carreira inicial escolhida. Existem algumas dicas que podem ajudar esses jovens a tomar uma decisão correta.
Comece pensando quais atividades ou hobbies você gosta de realizar, a tendência é fazer aquilo de que goste e que lhe dê prazer. O autoconhecimento é fundamental nessa hora.
Para isso é preciso fazer um SWOT, ou seja, um diagnóstico de cenários internos e externos. Para estabelecer o cenário interno, o caminho é um levantamento de qualidades e defeitos pessoais para conhecer suas forças e seus desafios. O autoconhecimento das potencialidades e das dificuldades individuais ajuda o estudante a alinhar o que gosta com as suas habilidades.
Definir o cenário externo começa com o conhecimento das profissões do momento, mas pensando a longo prazo. Conhecer as profissões é possível com orientações de profissionais da área comportamental e dos que atuam no mercado escolhido.
É preciso analisar a profissão desejada, buscar possibilidades acadêmicas e profissionais, conhecer as competências exigidas pelas organizações. Cuidado com a pressa! Faça isso ao longo do tempo e não às vésperas de um vestibular. Outro lembrete: não deixe as pessoas e as situações influenciarem sua escolha, pois quem vai atuar na profissão é você, portanto a escolha é sua. A leitura correta do cenário externo ajuda a delimitar melhor as escolhas e facilitar as decisões.
Com o diagnóstico do SWOT em mãos, é momento de planejar a carreira, definir o que vai ser feito com métodos, prazos e responsabilidades; então, finalmente, colocar em ação o plano estabelecido.
O vestibular é uma etapa deste plano que deve ser o coroamento de todo o estudo realizado anteriormente; portanto, o sucesso começa com 1% de inspiração e 99% de transpiração na busca de seus objetivos.
Se houver dúvidas entre o que gosta e o que tem habilidade de fazer, a orientação é que faça faculdade das duas opções mais viáveis; com o tempo, acontecerá o amadurecimento da escolha. Toda escolha tem ônus e bônus, e, às vezes, uma carreira rentável exige uma vida intensa de trabalho; outras serão menos rentáveis, porém oferecem melhor qualidade de vida. Qual bônus para você é mais importante?
Outra etapa importante são os estágios para testar se as escolhas foram corretas, pois todo plano precisa de adequações ao longo da execução. Colocar o conhecimento adquirido em ação permite testar habilidades, facilita a análise e a escolha.
Na etapa profissional, é válido lembrar que uma carreira não termina com a entrada num emprego ou com a abertura de um negócio; é apenas o fechamento de um ciclo e o início de outro. Portanto, invista tempo no levantamento e na análise de informações, pois elas ajudarão no balizamento da escolha de sua profissão.
Sete conselhos do Papa Francisco para as famílias
Papa Francisco, em seus discursos e mensagens no Twitter, deixa sete conselhos para as famílias
1 – Diálogo entre mãe e filhos
O espírito de amor que reina numa família guia tanto a mãe quanto o filho nos seus diálogos, nos quais se ensina e aprende, se corrige e valoriza o que é bom.
2 – Não dormir sem se reconciliar
Não acabeis o dia sem fazer as pazes. A paz se faz, de novo, a cada dia em família. Um “desculpe-me” e assim se recomeça. “Com licença”, “obrigado” e “desculpe-me”! Podemos dizê-los juntos? Pratiquemos essas três palavras em família, perdoando-se a cada dia!
3 – Trocai afetos entre si
“A família é o lugar onde nós recebemos o nome, é o lugar dos afetos, o espaço de intimidade onde se aprende a arte do diálogo e da comunicação interpessoal”.
4 – Visitar os santuários e locais de peregrinação
«Caminhar juntos para os santuários e participar em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador». Não coarctemos nem pretendamos controlar essa força missionária.
5 – Ler juntos o Evangelho
“Seria maravilhoso rezar juntos em família o terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida.” Twitter de 6 de maio de 2013
“Uma família iluminada pelo Evangelho é uma escola de vida cristã. Nela se aprende fidelidade, paciência e sacrifício.” Twitter 10 de maio de 2014
6- Cultivar relações sadias
Conscientes de que o amor familiar enobrece tudo o que o homem faz e lhe dá um valor agregado, é importante incentivar as famílias a cultivarem relações sadias entre seus membros, como dizer uns aos outros “perdão”, obrigada”, “por favor” e dirigir-se a Deus com o belo nome de Pai.
7- Esposos cristãos, testemunhem seu matrimônio
Por um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, por ser sacramento, é a base onde se funda a família e faz mais sólida a união dos cônjuges e sua entrega recíproca.
1 – Diálogo entre mãe e filhos
O espírito de amor que reina numa família guia tanto a mãe quanto o filho nos seus diálogos, nos quais se ensina e aprende, se corrige e valoriza o que é bom.
2 – Não dormir sem se reconciliar
Não acabeis o dia sem fazer as pazes. A paz se faz, de novo, a cada dia em família. Um “desculpe-me” e assim se recomeça. “Com licença”, “obrigado” e “desculpe-me”! Podemos dizê-los juntos? Pratiquemos essas três palavras em família, perdoando-se a cada dia!
3 – Trocai afetos entre si
“A família é o lugar onde nós recebemos o nome, é o lugar dos afetos, o espaço de intimidade onde se aprende a arte do diálogo e da comunicação interpessoal”.
4 – Visitar os santuários e locais de peregrinação
«Caminhar juntos para os santuários e participar em outras manifestações da piedade popular, levando também os filhos ou convidando outras pessoas, é em si mesmo um gesto evangelizador». Não coarctemos nem pretendamos controlar essa força missionária.
5 – Ler juntos o Evangelho
“Seria maravilhoso rezar juntos em família o terço. A oração faz com que a vida familiar torne-se ainda mais sólida.” Twitter de 6 de maio de 2013
“Uma família iluminada pelo Evangelho é uma escola de vida cristã. Nela se aprende fidelidade, paciência e sacrifício.” Twitter 10 de maio de 2014
6- Cultivar relações sadias
Conscientes de que o amor familiar enobrece tudo o que o homem faz e lhe dá um valor agregado, é importante incentivar as famílias a cultivarem relações sadias entre seus membros, como dizer uns aos outros “perdão”, obrigada”, “por favor” e dirigir-se a Deus com o belo nome de Pai.
7- Esposos cristãos, testemunhem seu matrimônio
Por um ato de amor livre e fiel, os esposos cristãos testemunham que o matrimônio, por ser sacramento, é a base onde se funda a família e faz mais sólida a união dos cônjuges e sua entrega recíproca.
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Chamado à santidade: nossa primeira vocação
O Pai nos escolheu e nos predestinou a sermos seus filhos adotivos por meio de Jesus Cristo. Deus queria ter muitos filhos, por isso nos predestinou quando ainda nem existíamos. É isso que nos afirma a Palavra de Deus:
"Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: Ele nos abençoou com toda a bênção espiritual nos céus, em Cristo. Ele nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor. Ele nos predestinou a ser para ele filhos adotivos por Jesus Cristo, assim o quis a sua benevolência para o louvor da sua glória, e da graça com que nos cumulou em seu bem-amado" (Ef 1,3-6).
Essa é uma verdade de fé revelada pela Escritura. Deus nos escolheu antes da fundação do mundo. Ele queria ter muitos filhos, por isso nos predestinou a sermos Seus filhos adotivos em Jesus Cristo. Por meio de Jesus nos tornamos filhos de Deus: "Ele nos escolheu antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis sob Seu olhar, no amor".
Uma vez que somos filhos, somos também herdeiros. A herança de Jesus é a nossa herança. Fomos escolhidos, predestinados ainda antes da fundação do mundo para sermos herdeiros de céus novos e uma terra nova.
Esse é o nosso primeiro chamado, nossa primeira vocação: "Nele, ainda, ouvistes a palavra da verdade, o Evangelho que vos salva. Nele, ainda, crestes e fostes marcados com o sinete do Espírito prometido, o Espírito Santo, adiantamento da nossa herança até a libertação final em que dela tomaremos posse, para o louvor da sua glória" (Ef 1, 13-14).
Cada um de nós tem um lugar único, e somos convocados a ocupar nosso lugar. O Senhor virá para implantar o Seu Reino e somos escolhidos para fazer parte dele.
Assuma essa escolha: Sou escolhido por graça de Deus. Sou um eleito do Pai não por merecimento, mas por pura graça.
O Senhor nos escolheu antes da criação do mundo para participarmos desse Reino que Jesus virá implantar. Somos escolhidos. Não podemos faltar. Precisamos conquistar esse Reino e garantir o nosso lugar. O Senhor nos dá essa certeza: existe um lugar em céus novos e uma terra nova que nos pertence. Por isso Ele derramou sobre nós o Seu Espírito Santo. Essa é a garantia que Ele mesmo nos dá.
Não podemos perder o nosso lugar. O Senhor nos quer santos e irrepreensíveis. Ele quer trabalhar em nós, colocar a Sua santidade e a Sua perfeição em nós, Ele quer fazer de nós Sua obra-prima.
Antes da criação do mundo já fomos escolhidos, predestinados a ter o nosso lugar e sermos herdeiros do Reino que o Senhor virá implantar. Deus nos escolheu, por isso enviou o Seu Filho e nos salvou pelo Sangue que Ele derramou na cruz.
Deus nos predestinou e nos marcou com o sinete do Seu Espírito Santo. Sinete é uma peça de metal que, colocada no fogo, torna-se ferro em brasa e é aplicado no couro do animal para marcá-lo. Fomos marcados com o sinete do Espírito, e não há como retirar essa marca. Somos herdeiros do Reino de Deus e co-herdeiros de Cristo.
Somos chamados à santidade. Todos, sem exceção. É esse o nosso primeiro chamado. Essa é a primeira vocação de todo batizado.
"Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: Ele nos abençoou com toda a bênção espiritual nos céus, em Cristo. Ele nos escolheu nele antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor. Ele nos predestinou a ser para ele filhos adotivos por Jesus Cristo, assim o quis a sua benevolência para o louvor da sua glória, e da graça com que nos cumulou em seu bem-amado" (Ef 1,3-6).
Essa é uma verdade de fé revelada pela Escritura. Deus nos escolheu antes da fundação do mundo. Ele queria ter muitos filhos, por isso nos predestinou a sermos Seus filhos adotivos em Jesus Cristo. Por meio de Jesus nos tornamos filhos de Deus: "Ele nos escolheu antes da fundação do mundo para sermos santos e irrepreensíveis sob Seu olhar, no amor".
Uma vez que somos filhos, somos também herdeiros. A herança de Jesus é a nossa herança. Fomos escolhidos, predestinados ainda antes da fundação do mundo para sermos herdeiros de céus novos e uma terra nova.
Esse é o nosso primeiro chamado, nossa primeira vocação: "Nele, ainda, ouvistes a palavra da verdade, o Evangelho que vos salva. Nele, ainda, crestes e fostes marcados com o sinete do Espírito prometido, o Espírito Santo, adiantamento da nossa herança até a libertação final em que dela tomaremos posse, para o louvor da sua glória" (Ef 1, 13-14).
Cada um de nós tem um lugar único, e somos convocados a ocupar nosso lugar. O Senhor virá para implantar o Seu Reino e somos escolhidos para fazer parte dele.
Assuma essa escolha: Sou escolhido por graça de Deus. Sou um eleito do Pai não por merecimento, mas por pura graça.
O Senhor nos escolheu antes da criação do mundo para participarmos desse Reino que Jesus virá implantar. Somos escolhidos. Não podemos faltar. Precisamos conquistar esse Reino e garantir o nosso lugar. O Senhor nos dá essa certeza: existe um lugar em céus novos e uma terra nova que nos pertence. Por isso Ele derramou sobre nós o Seu Espírito Santo. Essa é a garantia que Ele mesmo nos dá.
Não podemos perder o nosso lugar. O Senhor nos quer santos e irrepreensíveis. Ele quer trabalhar em nós, colocar a Sua santidade e a Sua perfeição em nós, Ele quer fazer de nós Sua obra-prima.
Antes da criação do mundo já fomos escolhidos, predestinados a ter o nosso lugar e sermos herdeiros do Reino que o Senhor virá implantar. Deus nos escolheu, por isso enviou o Seu Filho e nos salvou pelo Sangue que Ele derramou na cruz.
Deus nos predestinou e nos marcou com o sinete do Seu Espírito Santo. Sinete é uma peça de metal que, colocada no fogo, torna-se ferro em brasa e é aplicado no couro do animal para marcá-lo. Fomos marcados com o sinete do Espírito, e não há como retirar essa marca. Somos herdeiros do Reino de Deus e co-herdeiros de Cristo.
Somos chamados à santidade. Todos, sem exceção. É esse o nosso primeiro chamado. Essa é a primeira vocação de todo batizado.
Devemos consagrar nossa família à Virgem Maria
Nossa Senhora é Mãe da Igreja e de cada um de nós. Ela recebeu de Jesus aos pés da Cruz, cada cristão como filho. Mas, sobretudo ela é mãe protetora das famílias, pois cuidou da Sagrada família de Nazaré.
Ninguém como a Virgem Maria sabe consolar as mães sofredoras, as mulheres abandonadas e traídas, os pais angustiados com os problemas de seus filhos.
A Igreja ensina que a família é a célula vital da sociedade, desejada e idealizada por Deus para ser o “Santuário da Vida”, como disse João Paulo II; mas hoje a família está imensamente ameaçada por um conjunto de práticas imorais que contrariam a vontade e a lei de Deus: aborto, eutanásia, drogas, bebidas, manipulação de embriões humanos, casamento de pessoas do mesmo sexo, falsas famílias, divórcio, uniões sem matrimônio, “amor livre”, e muitos outros males. Quem salvará a família de tantas misérias e tristezas? A Virgem Maria.
Mais do que nunca hoje os pais precisam, diariamente, consagrar-se a Maria; bem como consagrar seus filhos, seu casamento, seu trabalho, seu lar. São muitas as misérias que hoje entram no lar trazendo o pecado, os maus comportamentos, os vícios, a pornografia, etc. Maria é Aquela que, desde os primórdios, recebeu de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás. Ela é a consoladora dos aflitos, auxiliadora dos cristãos, advogada nossa.
O lar precisa urgentemente ser protegido por Aquela que Deus escolheu para sua Mãe. Cada família cristã precisa hoje rezar o sagrado Terço de Nossa Senhora contemplando com devoção os sagrados mistérios da vida de Jesus. “Família que reza unida permanece unida”; é o antigo ensinamento da Igreja. O Terço de Nossa Senhora é a corrente com a qual ela prende o espírito do mal que quer destruir as famílias.
O Papa Leão XIII disse na encíclica “Magnae Dei Matris” (8 de dezembro de 1892): “Maria, muito melhor que qualquer outra mãe, conhece e vê os socorros de que necessitamos para viver, os perigos públicos e particulares que nos ameaçam, as angústias e males que nos oprimem, e, sobretudo, a luta encarniçada que havemos de sustentar com os inimigos da salvação. Nestas e noutras dificuldades da vida, melhor do que ninguém, pode ela generosamente e deseja ardentemente proporcionar a seus filhos queridos consolação, força e toda espécie de auxílios”.
O Concílio Vaticano II quando falou da maternidade espiritual de Maria, disse: “Por sua maternal caridade cuida dos irmãos de seu Filho, que peregrinam rodeados de perigos e dificuldades, até que sejam conduzidos à feliz pátria (LG, n. 61).
Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, em seu clássico “Glórias de Maria”, afirma: “Deus quer que pelas mãos de Maria nos cheguem todas as graças… A ninguém isso pareça contrário à sã teologia. Pois Santo Agostinho, autor dessa proposição, estabelece como sentença, geralmente aceita, que Maria tem cooperado por sua caridade para o nascimento espiritual de todos os membros da Igreja”.
Muitos santos falaram dessa mediação de Maria junto a Deus. São Bernardo, doutor da Igreja, assim diz: “Tal é a vontade de Deus que quis que tenhamos tudo por Maria. Se, portanto, temos alguma esperança, alguma graça, algum dom salutar, saibamos que isto nos vem por suas mãos”.
São Bernardino de Sena, disse: “Todos os dons virtudes e graças do Espírito Santo são distribuídos pelas mãos de Maria, a quem ela quer, quando quer, como quer, e quanto quer”. São Boaventura (1218-1274), bispo e doutor da Igreja, ensinou que: “Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisto conhecêssemos que tudo que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós”.
São Roberto Belarmino (1542-1621), bispo e doutor da Igreja, nos ensinou que: “Todos os dons, todas as graças espirituais que por Cristo, como cabeça, descem para o corpo, passam por Maria que é como o colo desse corpo místico”.
Há muitas maneiras da família se consagrar a Nossa Senhora e viver debaixo de sua proteção. São Luiz de Montfort, no seu “Tratado da verdadeira devoção a Virgem Maria”, nos ensina a “fazer tudo por Maria, com Maria, em Maria e para Maria”.
A família consagrada a Maria não deixa de rezar o Terço, de imitar suas virtudes, de implorar sua proteção, de celebrar suas festas litúrgicas, de cultuar suas imagens e de cumprir o que ela pediu: “Fazei tudo que Ele vos disser”.
Ninguém como a Virgem Maria sabe consolar as mães sofredoras, as mulheres abandonadas e traídas, os pais angustiados com os problemas de seus filhos.
A Igreja ensina que a família é a célula vital da sociedade, desejada e idealizada por Deus para ser o “Santuário da Vida”, como disse João Paulo II; mas hoje a família está imensamente ameaçada por um conjunto de práticas imorais que contrariam a vontade e a lei de Deus: aborto, eutanásia, drogas, bebidas, manipulação de embriões humanos, casamento de pessoas do mesmo sexo, falsas famílias, divórcio, uniões sem matrimônio, “amor livre”, e muitos outros males. Quem salvará a família de tantas misérias e tristezas? A Virgem Maria.
Mais do que nunca hoje os pais precisam, diariamente, consagrar-se a Maria; bem como consagrar seus filhos, seu casamento, seu trabalho, seu lar. São muitas as misérias que hoje entram no lar trazendo o pecado, os maus comportamentos, os vícios, a pornografia, etc. Maria é Aquela que, desde os primórdios, recebeu de Deus o poder e a missão de esmagar a cabeça de Satanás. Ela é a consoladora dos aflitos, auxiliadora dos cristãos, advogada nossa.
O lar precisa urgentemente ser protegido por Aquela que Deus escolheu para sua Mãe. Cada família cristã precisa hoje rezar o sagrado Terço de Nossa Senhora contemplando com devoção os sagrados mistérios da vida de Jesus. “Família que reza unida permanece unida”; é o antigo ensinamento da Igreja. O Terço de Nossa Senhora é a corrente com a qual ela prende o espírito do mal que quer destruir as famílias.
O Papa Leão XIII disse na encíclica “Magnae Dei Matris” (8 de dezembro de 1892): “Maria, muito melhor que qualquer outra mãe, conhece e vê os socorros de que necessitamos para viver, os perigos públicos e particulares que nos ameaçam, as angústias e males que nos oprimem, e, sobretudo, a luta encarniçada que havemos de sustentar com os inimigos da salvação. Nestas e noutras dificuldades da vida, melhor do que ninguém, pode ela generosamente e deseja ardentemente proporcionar a seus filhos queridos consolação, força e toda espécie de auxílios”.
O Concílio Vaticano II quando falou da maternidade espiritual de Maria, disse: “Por sua maternal caridade cuida dos irmãos de seu Filho, que peregrinam rodeados de perigos e dificuldades, até que sejam conduzidos à feliz pátria (LG, n. 61).
Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja, em seu clássico “Glórias de Maria”, afirma: “Deus quer que pelas mãos de Maria nos cheguem todas as graças… A ninguém isso pareça contrário à sã teologia. Pois Santo Agostinho, autor dessa proposição, estabelece como sentença, geralmente aceita, que Maria tem cooperado por sua caridade para o nascimento espiritual de todos os membros da Igreja”.
Muitos santos falaram dessa mediação de Maria junto a Deus. São Bernardo, doutor da Igreja, assim diz: “Tal é a vontade de Deus que quis que tenhamos tudo por Maria. Se, portanto, temos alguma esperança, alguma graça, algum dom salutar, saibamos que isto nos vem por suas mãos”.
São Bernardino de Sena, disse: “Todos os dons virtudes e graças do Espírito Santo são distribuídos pelas mãos de Maria, a quem ela quer, quando quer, como quer, e quanto quer”. São Boaventura (1218-1274), bispo e doutor da Igreja, ensinou que: “Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisto conhecêssemos que tudo que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós”.
São Roberto Belarmino (1542-1621), bispo e doutor da Igreja, nos ensinou que: “Todos os dons, todas as graças espirituais que por Cristo, como cabeça, descem para o corpo, passam por Maria que é como o colo desse corpo místico”.
Há muitas maneiras da família se consagrar a Nossa Senhora e viver debaixo de sua proteção. São Luiz de Montfort, no seu “Tratado da verdadeira devoção a Virgem Maria”, nos ensina a “fazer tudo por Maria, com Maria, em Maria e para Maria”.
A família consagrada a Maria não deixa de rezar o Terço, de imitar suas virtudes, de implorar sua proteção, de celebrar suas festas litúrgicas, de cultuar suas imagens e de cumprir o que ela pediu: “Fazei tudo que Ele vos disser”.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Vocações: Dar sentido ao mundo
Significação das coisas
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Vocação: Conhecer mais o Senhor e viver
para os necessitados.
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No mês de agosto refletimos sobre as vocações. Um dos temas é a vocação religiosa na vivência dos votos de pobreza, castidade e obediência. Somente sendo pobres é que os religiosos podem abrir o coração (castidade) e se colocarem a serviço (obediência). Trata-se de sair de si para conhecer mais o Senhor e viver para os necessitados.
A razão de ser religioso, entre outras, é ser testemunhas para o povo de Deus das realidades futuras, de modo particular para os leigos. Leigo não é aquele que não entende do assunto, mas o que não faz parte do clero ou dos consagrados.
Ser testemunha é viver já agora o que se espera. Se não faz isso, não se cumpre a missão. Na história da espiritualidade aconteceu que eclesiásticos e religiosos passaram a ser o modelo acabado de santidade.
Os leigos eram considerados de nível espiritual inferior. Com isso que era difícil a vida de santidade no mundo. Não é ser religioso ou padre que santifica, mas a opção pelo Evangelho. Temos que compreender que os leigos são cristãos de primeira categoria.
O Concílio acentuou a santidade do povo de Deus. Há um modo próprio de os leigos viverem a santidade. Vivem a pobreza quando não transformam a riqueza como sua única preocupação, mas enriquecem os outros praticando a caridade, colocando suas capacidades para que os bens do mundo se desenvolvam e todos sejam beneficiados.
Nem muito ricos, nem muito pobres. Os bens se multiplicarão na medida em que foram partilhados. A pobreza dos leigos é santificar o mundo. Santificar não é jogar água benta, mas conduzir as realidades o bem da vida de todos. Deste modo os leigos participam da obra criadora de Deus: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e dominai-a” (Gn 1,28). Dominar significa conquistar para todos e para a glória de Deus.
Condutores do universo
Falar de pobreza, não quer dizer por a mão no bolso, mas sim, por as mãos na grande consagração do universo e em sua destinação primeira que é, como nos ensina Jesus, estar a serviço.
O mundo é o altar de Deus onde se sacrificam as vítimas espirituais. Este sacerdócio é exercido através das boas obras. Paulo ensina: “Exorto-vos a que ofereçais vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus: este é o vosso culto espiritual” (Rm 12,1).
O corpo, nossa carne, está unido a toda a criação. O texto de Paulo sobre a libertação do universo (Rm 8,20-22) ensina que o ser humano é o sacerdote que conduz o mundo à união a Deus. Todas as coisas participam da função de dar glória a Deus. O pão e o vinho são natureza criada e se transformam, pelo Espírito, no Corpo e sangue de Cristo. No desapego dos bens, conduzimos tudo à redenção. A pobreza do Cristo o fez Redentor.
Em nome de Deus
No mistério da pobreza que é a ação de Deus que nos une a Cristo pobre, agimos em nome de Deus Pai, pois nos confiou este universo. Podemos pensar que somos um nada e o mundo é imenso. Como ousamos exercer essa função? Para Deus não existe nada pequeno nem grande. Deus se manifestou na pequenez de Cristo.
A missão de conduzir o mundo a Deus só existe quando nos fazemos pequenos e despojados, mesmo tendo bens. Por mais que resolvamos todos os males da pobreza social, a pobreza mística continua sendo a vida de todo o homem e mulher. É preciso ser rico com a pobreza de Cristo que redimiu o universo.
Esta é nossa rica missão: ser pobres para Deus. A santidade é aberta a todos. Todos podem ser santos, cada um na sua condição, diz Santo Afonso.
A razão de ser religioso, entre outras, é ser testemunhas para o povo de Deus das realidades futuras, de modo particular para os leigos. Leigo não é aquele que não entende do assunto, mas o que não faz parte do clero ou dos consagrados.
Ser testemunha é viver já agora o que se espera. Se não faz isso, não se cumpre a missão. Na história da espiritualidade aconteceu que eclesiásticos e religiosos passaram a ser o modelo acabado de santidade.
Os leigos eram considerados de nível espiritual inferior. Com isso que era difícil a vida de santidade no mundo. Não é ser religioso ou padre que santifica, mas a opção pelo Evangelho. Temos que compreender que os leigos são cristãos de primeira categoria.
O Concílio acentuou a santidade do povo de Deus. Há um modo próprio de os leigos viverem a santidade. Vivem a pobreza quando não transformam a riqueza como sua única preocupação, mas enriquecem os outros praticando a caridade, colocando suas capacidades para que os bens do mundo se desenvolvam e todos sejam beneficiados.
Nem muito ricos, nem muito pobres. Os bens se multiplicarão na medida em que foram partilhados. A pobreza dos leigos é santificar o mundo. Santificar não é jogar água benta, mas conduzir as realidades o bem da vida de todos. Deste modo os leigos participam da obra criadora de Deus: “Crescei e multiplicai-vos, enchei a terra e dominai-a” (Gn 1,28). Dominar significa conquistar para todos e para a glória de Deus.
Condutores do universo
Falar de pobreza, não quer dizer por a mão no bolso, mas sim, por as mãos na grande consagração do universo e em sua destinação primeira que é, como nos ensina Jesus, estar a serviço.
O mundo é o altar de Deus onde se sacrificam as vítimas espirituais. Este sacerdócio é exercido através das boas obras. Paulo ensina: “Exorto-vos a que ofereçais vossos corpos como hóstia viva, santa e agradável a Deus: este é o vosso culto espiritual” (Rm 12,1).
O corpo, nossa carne, está unido a toda a criação. O texto de Paulo sobre a libertação do universo (Rm 8,20-22) ensina que o ser humano é o sacerdote que conduz o mundo à união a Deus. Todas as coisas participam da função de dar glória a Deus. O pão e o vinho são natureza criada e se transformam, pelo Espírito, no Corpo e sangue de Cristo. No desapego dos bens, conduzimos tudo à redenção. A pobreza do Cristo o fez Redentor.
Em nome de Deus
No mistério da pobreza que é a ação de Deus que nos une a Cristo pobre, agimos em nome de Deus Pai, pois nos confiou este universo. Podemos pensar que somos um nada e o mundo é imenso. Como ousamos exercer essa função? Para Deus não existe nada pequeno nem grande. Deus se manifestou na pequenez de Cristo.
A missão de conduzir o mundo a Deus só existe quando nos fazemos pequenos e despojados, mesmo tendo bens. Por mais que resolvamos todos os males da pobreza social, a pobreza mística continua sendo a vida de todo o homem e mulher. É preciso ser rico com a pobreza de Cristo que redimiu o universo.
Esta é nossa rica missão: ser pobres para Deus. A santidade é aberta a todos. Todos podem ser santos, cada um na sua condição, diz Santo Afonso.
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